ARCB Valongo com captações abertas
As equipas dos escalões de formação da Associação Recreativa e Cultural do Bairro do Valongo já começaram a trabalhar com vista à temporada que agora se inicia.
Este ano, o emblema albicastrense vai disputar os respectivos distritais com três equipas de escolas, duas de infantis, uma de iniciados, e pela primeira vez uma de juvenis, isto para além de trabalhar também com os pré-competitivos que se preparam para épocas futuras.
Mesmo dispondo já de um bom lote de jovens atletas em todas as categorias, a ARCB Valongo tem abertos para todos os interessados os treinos de captação que decorrem nos seguintes dias e locais:
Pré-Competição (nascidos entre 2000 a 2003): quartas-feiras das 19.00h às 20.30h no Pavilhão da Escola Afonso de Paiva e sábados das 10.00h às 11.30h no Estádio da ARCB Valongo;
Escolas (nascidos entre 1997 a 1999): segundas-feiras das 19.00h às 20.30h no campo sintético nº 2 do Complexo Desportivo da Zona de Lazer de Castelo Branco e quartas-feiras das 19.00h às 20.30h no Estádio da ARCB Valongo;
Infantis (nascidos em 1995 e 1996): terças-feiras das 19.30h às 21.00h no campo sintético nº 2 do Complexo Desportivo da Zona de Lazer de Castelo Branco e quintas-feiras das 19.00h às 20.30h no Estádio da ARCB Valongo;
Iniciados (nascidos em 1993 e 1994): quartas-feiras das 20.00h às 21.30h no campo sintético nº 1 do Complexo Desportivo da Zona de Lazer de Castelo Branco e sextas-feiras das 19.30h às 21.00h no Estádio da ARCB Valongo;
Juvenis (nascidos em 1991 e 1992): terças e quintas-feiras das 20.00h às 21.30h no campo sintético nº 1 do Complexo Desportivo da Zona de Lazer de Castelo Branco e sextas-feiras das 18.00h às 19.30h no Estádio da ARCB Valongo.
domingo, setembro 09, 2007
segunda-feira, setembro 03, 2007
PAMPILHOSA- 0 BENFICA CB- 0

Faltou o golo para premiar um jogo sempre controlado
Campo Germano Godinho, Pampilhosa
Árbitro- Ivan Vigário, auxiliado por Filipe Ramalho e Tiago Costa (Porto)
Pampilhosa- Joca, Jonathan, Pedro Silva, Ivo, Moleiro, Silvestre, Alex, Luís Miguel, Pedro Penela, Bebé e Ricardo Suiço
Treinador- Luís Simões
Benfica CB- Hélder Cruz (3), Gil (4), Tarzan (3), Nuno Marques (3), Miguel Vaz (5), Ricardo Viola (3), Trindade (3), Milton (4), Ricardo António (4), Célio (2) e João Peixe (2)
Treinador- António Jesus
Substituições- Alex por Chano aos 52, Ricardo Suíço por Félix aos 61 e Bebé por André Costa aos 76; Tarzan por Cristophe (3) aos 55, Célio por Daniel Fernandes (2) aos 55 e João Peixe por Bruno Gonçalves (1) aos 81
Disciplina- Amarelos a Pedro Penela aos 31, Ricardo Suíço aos 60, Silvestre aos 67, Bebé aos 74 e Félix aos 90+1; Ricardo António aos 15, Célio aos 27 e Gil aos 49
A figura do jogo- Miguel Vaz – Uma garra impressionante que dura 90 minutos. Não parou um segundo, dobrou os colegas do sector mais recuado quando foi necessário, e iniciou a maioria dos lances de ataque da sua equipa. Apenas no remate não mostrou a pontaria ainda afinada.
O Benfica CB- Subiu claramente de rendimento em relação ao jogo com o Caldas. Na 1ª parte jogou o jogo pelo jogo e na segunda cedeu a iniciativa ao adversário para explorar o contra-ataque. Dispôs das melhores oportunidades para marcar mas… ainda falta a primeira vitória.
De uma semana para a outra, António Jesus apenas trocou, no onze inicial, Daniel Fernandes por Milton. E foi precisamente Milton em conjunto com Miguel Vaz, a que se juntou uma defesa de betão, que estiveram na base de uma exibição muito consistente, e que serviu para mostrar que, tal como o Caldas, também o Pampilhosa não se mostrou superior aos encarnados.
Apesar de jogar fora do seu reduto e de não ter conseguido uma exibição e um resultado muito positivo na jornada inaugural, o Benfica e Castelo Branco entrou no jogo frente ao Pampilhosa com a disposição de encarar o adversário nos olhos e discutir o resultado. E mesmo com mais de 30 graus que se registaram durante o jogo, os albicastrenses mostraram uma grande disponibilidade física e maior entrosamento, e isto permitiu que, logo aos 5 minutos, Tarzan estivesse muito perto de inaugurar o marcador. O Pampilhosa acusou o aviso e revelava medo de ultrapassar a linha divisória de meio campo. Ou medo, ou um misto de receio daquilo que o Benfica era capaz, e de incapacidade perante a forma muito organizada como Jesus espalhou o seu onze pelo terreno de jogo. O quarteto defensivo era composto por Nuno Marques à direita e Trindade à esquerda, com Gil a fazer dupla no centro com o capitão Ricardo António, Milton e Miguel Vaz eram os homens que jogavam mais perto da defesa mas que, em simultâneo tinham a tarefa de iniciar a fase de construção de jogo da sua equipa. Na frente, nada de novo: Peixe, que voltou a ser o homem mais adiantado mas ainda longe do Peixe da última temporada, tinha nas suas costas Célio, que no domingo esteve uns furos abaixo do que já prometeu, Tarzan subia pela direita e Viola fazia o mesmo do lado oposto. Estava perfeito, e depois de uma primeira parte com bola cá, bola lá, e em que fica ainda o registo para um remate de Milton que levou a bola a passar muito perto do poste direito da baliza de Joca, os dados pareciam lançados para uma boa segunda parte.
Para a etapa derradeira, sem mexidas nos onzes, apenas se alterou a atitude do Benfica. António Jesus terá pensado, e parece-nos que bem, que seria mais fácil chegar ao golo, convidando o adversário a subir no terreno para depois explorar os espaços que se viessem a abrir dentro do meio campo do Pampilhosa. E assim foi. Luís Simões caiu no engodo, e o Pampilhosa passou então a ter mais tempo de posse de bola mas o mais difícil era mesmo chegar ao último terço do terreno. Por outro lado, tal como Jesus pretendia, os encarnados começaram a desenhar mais lances ofensivos, mas a opção do último passe nem sempre foi a melhor. Mesmo assim, foi ao Benfica que pertenceu a melhor oportunidade do jogo quando Ricardo Viola subiu pela esquerda, cruzou para a área, João Peixe não chegou, mas mais atrás estava Cristophe para atirar ao poste esquerdo da baliza contrária. Quase que era o canto do cisne. E a verdade é que só faltou mesmo o golo para António Jesus poder dizer que a sua táctica resultou em pleno. Já no último minuto de compensações chegou o maior susto para os de Castelo Branco. Chano apareceu livre de marcação na única falha da dupla de centrais, e acabou por cabecear ao lado das redes de Hélder Cruz.
Se os jogadores do Benfica tivessem hipótese de ver o vídeo deste jogo iriam rapidamente chegar à conclusão que, só não ganharam porque não decidiram bem quando tiveram vários contra-ataques em superioridade numérica nos segundos 45 minutos. Mas o importante, para além da conquista de mais um ponto, é ver que a equipa está claramente em subida de rendimento.
A arbitragem- Um trio portuense muito jovem que não mostrou grande qualidade. Não seguiu um critério uniforme, mas a tem a seu favor o facto de não influenciar o resultado.
Campo Germano Godinho, Pampilhosa
Árbitro- Ivan Vigário, auxiliado por Filipe Ramalho e Tiago Costa (Porto)
Pampilhosa- Joca, Jonathan, Pedro Silva, Ivo, Moleiro, Silvestre, Alex, Luís Miguel, Pedro Penela, Bebé e Ricardo Suiço
Treinador- Luís Simões
Benfica CB- Hélder Cruz (3), Gil (4), Tarzan (3), Nuno Marques (3), Miguel Vaz (5), Ricardo Viola (3), Trindade (3), Milton (4), Ricardo António (4), Célio (2) e João Peixe (2)
Treinador- António Jesus
Substituições- Alex por Chano aos 52, Ricardo Suíço por Félix aos 61 e Bebé por André Costa aos 76; Tarzan por Cristophe (3) aos 55, Célio por Daniel Fernandes (2) aos 55 e João Peixe por Bruno Gonçalves (1) aos 81
Disciplina- Amarelos a Pedro Penela aos 31, Ricardo Suíço aos 60, Silvestre aos 67, Bebé aos 74 e Félix aos 90+1; Ricardo António aos 15, Célio aos 27 e Gil aos 49
A figura do jogo- Miguel Vaz – Uma garra impressionante que dura 90 minutos. Não parou um segundo, dobrou os colegas do sector mais recuado quando foi necessário, e iniciou a maioria dos lances de ataque da sua equipa. Apenas no remate não mostrou a pontaria ainda afinada.
O Benfica CB- Subiu claramente de rendimento em relação ao jogo com o Caldas. Na 1ª parte jogou o jogo pelo jogo e na segunda cedeu a iniciativa ao adversário para explorar o contra-ataque. Dispôs das melhores oportunidades para marcar mas… ainda falta a primeira vitória.
De uma semana para a outra, António Jesus apenas trocou, no onze inicial, Daniel Fernandes por Milton. E foi precisamente Milton em conjunto com Miguel Vaz, a que se juntou uma defesa de betão, que estiveram na base de uma exibição muito consistente, e que serviu para mostrar que, tal como o Caldas, também o Pampilhosa não se mostrou superior aos encarnados.
Apesar de jogar fora do seu reduto e de não ter conseguido uma exibição e um resultado muito positivo na jornada inaugural, o Benfica e Castelo Branco entrou no jogo frente ao Pampilhosa com a disposição de encarar o adversário nos olhos e discutir o resultado. E mesmo com mais de 30 graus que se registaram durante o jogo, os albicastrenses mostraram uma grande disponibilidade física e maior entrosamento, e isto permitiu que, logo aos 5 minutos, Tarzan estivesse muito perto de inaugurar o marcador. O Pampilhosa acusou o aviso e revelava medo de ultrapassar a linha divisória de meio campo. Ou medo, ou um misto de receio daquilo que o Benfica era capaz, e de incapacidade perante a forma muito organizada como Jesus espalhou o seu onze pelo terreno de jogo. O quarteto defensivo era composto por Nuno Marques à direita e Trindade à esquerda, com Gil a fazer dupla no centro com o capitão Ricardo António, Milton e Miguel Vaz eram os homens que jogavam mais perto da defesa mas que, em simultâneo tinham a tarefa de iniciar a fase de construção de jogo da sua equipa. Na frente, nada de novo: Peixe, que voltou a ser o homem mais adiantado mas ainda longe do Peixe da última temporada, tinha nas suas costas Célio, que no domingo esteve uns furos abaixo do que já prometeu, Tarzan subia pela direita e Viola fazia o mesmo do lado oposto. Estava perfeito, e depois de uma primeira parte com bola cá, bola lá, e em que fica ainda o registo para um remate de Milton que levou a bola a passar muito perto do poste direito da baliza de Joca, os dados pareciam lançados para uma boa segunda parte.
Para a etapa derradeira, sem mexidas nos onzes, apenas se alterou a atitude do Benfica. António Jesus terá pensado, e parece-nos que bem, que seria mais fácil chegar ao golo, convidando o adversário a subir no terreno para depois explorar os espaços que se viessem a abrir dentro do meio campo do Pampilhosa. E assim foi. Luís Simões caiu no engodo, e o Pampilhosa passou então a ter mais tempo de posse de bola mas o mais difícil era mesmo chegar ao último terço do terreno. Por outro lado, tal como Jesus pretendia, os encarnados começaram a desenhar mais lances ofensivos, mas a opção do último passe nem sempre foi a melhor. Mesmo assim, foi ao Benfica que pertenceu a melhor oportunidade do jogo quando Ricardo Viola subiu pela esquerda, cruzou para a área, João Peixe não chegou, mas mais atrás estava Cristophe para atirar ao poste esquerdo da baliza contrária. Quase que era o canto do cisne. E a verdade é que só faltou mesmo o golo para António Jesus poder dizer que a sua táctica resultou em pleno. Já no último minuto de compensações chegou o maior susto para os de Castelo Branco. Chano apareceu livre de marcação na única falha da dupla de centrais, e acabou por cabecear ao lado das redes de Hélder Cruz.
Se os jogadores do Benfica tivessem hipótese de ver o vídeo deste jogo iriam rapidamente chegar à conclusão que, só não ganharam porque não decidiram bem quando tiveram vários contra-ataques em superioridade numérica nos segundos 45 minutos. Mas o importante, para além da conquista de mais um ponto, é ver que a equipa está claramente em subida de rendimento.
A arbitragem- Um trio portuense muito jovem que não mostrou grande qualidade. Não seguiu um critério uniforme, mas a tem a seu favor o facto de não influenciar o resultado.
Discurso directo- António Jesus, treinador do Benfica CB- “Na primeira parte jogámos de igual para igual e na segunda cedemos o domínio ao adversário, mas controlámos sempre o jogo e foram nossas as melhores ocasiões de golo. Notou-se que o Pampilhosa é uma equipa mais competitiva, mas temos que ter em atenção que fizeram jogos de pré-temporada contra equipas como o Boavista e o Beira-Mar. Estamos no início, e as coisas vão com calma. Parece-me que há aqui jogadores, que vêm de outros campeonatos, e que não estão habituados a ganhar, mas hoje estou contente com a atitude. A arbitragem foi habilidosa”.
segunda-feira, agosto 27, 2007
BENFICA CB- 1 CALDAS- 1
Arranque aos solavancos…
Estádio Municipal de Castelo Branco
Árbitro- Rogério Ribeiro, auxiliado por Pedro Gorjão e João Pereira (Santarém)
Benfica CB- Hélder Cruz (3), Gil (3), Tarzan (4), Nuno Marques (3), Daniel Fernandes (2), Miguel Vaz (3), Ricardo Viola (3), Trindade (3), Ricardo António (3), Célio (3) e João Peixe (2)
Treinador- António Jesus
Caldas- Hugo Pinheiro, Miguel Piedade, Marco Pidocha, Miguel Guerra, Armando, Cláudio Miglieti, Rodilson, Filipe Correia, Ismael, Vasco e Guilherme
Treinador- João Sousa
Substituições- Daniel Fernandes por Tiago Marques (1) aos 64, Ricardo Viola por Cristophe (2) aos 64 e Nuno Marques por Milton (2) aos 76; Armando por Fábio Sabino aos 16, Rodilson por Miguel Andrade aos 45 e Marco Pidocha por Bruno Francisco aos 58
Disciplina- Amarelos a Trindade aos 63; Filipe Correia aos 75, Bruno Francisco aos 81, Cláudio Miglieti aos 86 e Hugo Pinheiro aos 90+1
Marcadores- Célio aos 25; Ismael aos 63
A figura do jogo- Tarzan – A exibição da equipa não foi nada de deslumbrar, longe disso, mas destacamos Tarzan pelo inconformismo e pelas vezes que subiu no corredor direito, particularmente na 2ª parte.
O Benfica CB- Depois de uma pré-temporada em que conseguiu aliar as boas exibições aos bons resultados esperava-se mais da equipa de Jesus na estreia do campeonato. Como o próprio mister disse no final “é sina minha começar com empates no Benfica CB”. Esperamos que venham melhores dias, porque a equipa tem valor para mais.
Com um onze inicial em que apareciam cinco reforços, três do Idanhense, Gil, Nuno Marques e Daniel Fernandes, um da AD Fundão, Tarzan, e outro do Marítimo da Graciosa, Célio, o Benfica e Castelo Branco estreou-se em jogos oficiais com um empate frente a um Caldas que pouco mostrou nesta jornada inaugural.
Sem mudar em nada o sistema de jogo da última temporada, António Jesus fez apenas pequenas alterações para colmatar as saídas que aconteceram, sendo Célio o jogador que joga atrás dos 3 homens mais ofensivos. A jogar nas costas de João Peixe, o jovem que veio da Madeira, tinha Ricardo Viola à esquerda e Daniel Fernandes do lado oposto. O futebol ainda não era desbobinado no ritmo pretendido, mas notava-se o entendimento entre os jogadores mais ofensivos, principalmente a constante procura por colocar bolas na cabeça de João Peixe, jogador que ainda não está no nível desejado.
Do meio campo para trás, o Caldas nunca deu muito trabalho, e o quarteto defensivo não foi testado a 100%, uma vez que o Caldas revelava algumas dificuldades em ultrapassar a linha divisória com a bola jogável.
Os encarnados tinham sempre uma segunda alternativa quando não conseguiam chegar com cruzamentos saídos dos flancos, e aí a opção foi sempre os remates de meia distância, para tentar surpreender um Hugo Pinheiro que tinha sempre muita gente na sua frente. E foi assim que o Benfica chegou à vantagem. Um remate de Célio à entrada da grande área acabou por desviar num caldense e anixar-se no fundo das redes. Era um golo que os albicastrenses já tinham feito por merecer.
Até ao intervalo o visual do jogo não mudou e por isso o marcador não sofreu mais alterações. No descanso João Sousa, que já tinha sido obrigado a substituir o capitão Armando logo aos 13 minutos, lançou Miguel Andrade e com poucos minutos jogados na 2ª metade fez entrar Bruno Francisco. O Caldas mudou para melhor e foi gradualmente aproveitando a acomodação do Benfica ao resultado para pegar no meio campo e começar a chegar com mais frequência junto da baliza de Hélder Cruz. Até que aos 63 minutos Trindade envolveu-se dentro da grande área com o adversário levando o árbitro a considerar falta para castigo máximo. Do local onde de nos encontrávamos, junto da grande área do lado oposto, vimos a mão do veterano jogador do Benfica na camisola do adversário. Fica a dúvida se houve ou não puxão para fazer cair o atacante caldense. O árbitro, que não estava longe do local, apitou de imediato a marca de penalty e os protestos encarnados também foram muito ténues…
Daí para a frente fica apenas o registo de um excelente pontapé de Fábio Sabino à trave/poste da baliza de Hélder Cruz, e para a muita vontade que o Benfica mostrou em voltar a chegar à vantagem.
Não o conseguiu e, pelo que se viu ao longo dos 90 minutos, o empate é o resultado mais justo para um jogo que ainda teve muitos ingredientes de início de temporada.
A arbitragem- É certo que não mostrou grande qualidade, mas também não foi por ele que aconteceu o resultado final. No lance da grande penalidade que deu o empate, Trindade meteu a mão na camisola do adversário. Para se salvaguardar, seria mais prudente não o ter feito. Assim, fica a eterna dúvida se houve ou não intensidade para fazer cair o adversário. No mais, o escalabitano esteve em plano aceitável.
Estádio Municipal de Castelo Branco
Árbitro- Rogério Ribeiro, auxiliado por Pedro Gorjão e João Pereira (Santarém)
Benfica CB- Hélder Cruz (3), Gil (3), Tarzan (4), Nuno Marques (3), Daniel Fernandes (2), Miguel Vaz (3), Ricardo Viola (3), Trindade (3), Ricardo António (3), Célio (3) e João Peixe (2)
Treinador- António Jesus
Caldas- Hugo Pinheiro, Miguel Piedade, Marco Pidocha, Miguel Guerra, Armando, Cláudio Miglieti, Rodilson, Filipe Correia, Ismael, Vasco e Guilherme
Treinador- João Sousa
Substituições- Daniel Fernandes por Tiago Marques (1) aos 64, Ricardo Viola por Cristophe (2) aos 64 e Nuno Marques por Milton (2) aos 76; Armando por Fábio Sabino aos 16, Rodilson por Miguel Andrade aos 45 e Marco Pidocha por Bruno Francisco aos 58
Disciplina- Amarelos a Trindade aos 63; Filipe Correia aos 75, Bruno Francisco aos 81, Cláudio Miglieti aos 86 e Hugo Pinheiro aos 90+1
Marcadores- Célio aos 25; Ismael aos 63
A figura do jogo- Tarzan – A exibição da equipa não foi nada de deslumbrar, longe disso, mas destacamos Tarzan pelo inconformismo e pelas vezes que subiu no corredor direito, particularmente na 2ª parte.
O Benfica CB- Depois de uma pré-temporada em que conseguiu aliar as boas exibições aos bons resultados esperava-se mais da equipa de Jesus na estreia do campeonato. Como o próprio mister disse no final “é sina minha começar com empates no Benfica CB”. Esperamos que venham melhores dias, porque a equipa tem valor para mais.
Com um onze inicial em que apareciam cinco reforços, três do Idanhense, Gil, Nuno Marques e Daniel Fernandes, um da AD Fundão, Tarzan, e outro do Marítimo da Graciosa, Célio, o Benfica e Castelo Branco estreou-se em jogos oficiais com um empate frente a um Caldas que pouco mostrou nesta jornada inaugural.
Sem mudar em nada o sistema de jogo da última temporada, António Jesus fez apenas pequenas alterações para colmatar as saídas que aconteceram, sendo Célio o jogador que joga atrás dos 3 homens mais ofensivos. A jogar nas costas de João Peixe, o jovem que veio da Madeira, tinha Ricardo Viola à esquerda e Daniel Fernandes do lado oposto. O futebol ainda não era desbobinado no ritmo pretendido, mas notava-se o entendimento entre os jogadores mais ofensivos, principalmente a constante procura por colocar bolas na cabeça de João Peixe, jogador que ainda não está no nível desejado.
Do meio campo para trás, o Caldas nunca deu muito trabalho, e o quarteto defensivo não foi testado a 100%, uma vez que o Caldas revelava algumas dificuldades em ultrapassar a linha divisória com a bola jogável.
Os encarnados tinham sempre uma segunda alternativa quando não conseguiam chegar com cruzamentos saídos dos flancos, e aí a opção foi sempre os remates de meia distância, para tentar surpreender um Hugo Pinheiro que tinha sempre muita gente na sua frente. E foi assim que o Benfica chegou à vantagem. Um remate de Célio à entrada da grande área acabou por desviar num caldense e anixar-se no fundo das redes. Era um golo que os albicastrenses já tinham feito por merecer.
Até ao intervalo o visual do jogo não mudou e por isso o marcador não sofreu mais alterações. No descanso João Sousa, que já tinha sido obrigado a substituir o capitão Armando logo aos 13 minutos, lançou Miguel Andrade e com poucos minutos jogados na 2ª metade fez entrar Bruno Francisco. O Caldas mudou para melhor e foi gradualmente aproveitando a acomodação do Benfica ao resultado para pegar no meio campo e começar a chegar com mais frequência junto da baliza de Hélder Cruz. Até que aos 63 minutos Trindade envolveu-se dentro da grande área com o adversário levando o árbitro a considerar falta para castigo máximo. Do local onde de nos encontrávamos, junto da grande área do lado oposto, vimos a mão do veterano jogador do Benfica na camisola do adversário. Fica a dúvida se houve ou não puxão para fazer cair o atacante caldense. O árbitro, que não estava longe do local, apitou de imediato a marca de penalty e os protestos encarnados também foram muito ténues…
Daí para a frente fica apenas o registo de um excelente pontapé de Fábio Sabino à trave/poste da baliza de Hélder Cruz, e para a muita vontade que o Benfica mostrou em voltar a chegar à vantagem.
Não o conseguiu e, pelo que se viu ao longo dos 90 minutos, o empate é o resultado mais justo para um jogo que ainda teve muitos ingredientes de início de temporada.
A arbitragem- É certo que não mostrou grande qualidade, mas também não foi por ele que aconteceu o resultado final. No lance da grande penalidade que deu o empate, Trindade meteu a mão na camisola do adversário. Para se salvaguardar, seria mais prudente não o ter feito. Assim, fica a eterna dúvida se houve ou não intensidade para fazer cair o adversário. No mais, o escalabitano esteve em plano aceitável.
Discurso directo- António Jesus, treinador do Benfica CB- “Foi um jogo típico de início de época em que as equipas jogaram um futebol muito directo, muitas vezes de guarda-redes para guarda-redes, e isso prejudicou especialmente a nossa equipa que gosta de jogar de pé para pé. No que toca à arbitragem penso que houve muito barulho mas que o árbitro, nos lances mais polémicos, decidiu bem. O resultado final acaba por ser justíssimo”.
segunda-feira, julho 09, 2007
ENTREVISTA PAULA ESPÍRITO SANTO, TREINADORA CASA DO BENFICA CB
“O clube tem que elaborar o seu Projecto Desportivo”
Paula Espírito Santo faz o balanço de uma temporada em que o clube não atingiu os objectivos a que se propôs. Fala “num plantel curto que apenas treinava uma vez por semana”, e diz que “neste momento é importante a Casa do Benfica em Castelo Branco definir o seu Projecto Desportivo”. Quanto ao futuro, Paula Espírito Santo faz depender a sua continuidade no clube da elaboração do Projecto de que fala.
“O plantel era muito curto e a gestão era praticamente aleatória”
Tribuna Desportiva- Qual o balanço que faz da temporada terminada?
Paula Espírito Santo- Os objectivos que traçámos no início não foram claramente atingidos. Faltaram-nos treinos com todo o plantel, normalmente só era possível trabalhar com todo o grupo uma vez por semana, e isto por razões várias, que se prendem com compromissos profissionais e por termos atletas fora da cidade.
TD- Num grupo onde havia 3 candidatos para apenas 2 lugares de acesso à fase final, a Casa do Benfica acabou por ficar de fora. As outras duas equipas demonstraram sempre superioridade… O que faltou para ultrapassar esses adversários?
PES- Faltou discernimento numa primeira fase. Nos jogos em casa, a equipa esteve sempre a ganhar até perto do final... Nos últimos minutos, em vez de acalmar o jogo, a equipa comportou-se como se estivesse a perder, permitindo a aproximação dos adversários. Claramente não soube gerir a pressão, acumulando em ambos os casos vários erros. Numa segunda fase, e muito especialmente com o Colégio João de Barros, a equipa não demonstrou condição física para aguentar o jogo. Por outras palavras, aguentou-se na 1ª parte com 11-11 e depois... Isto encaixa exactamente naquilo que já referi. As equipas têm que treinar em simultâneo com um plantel que permita copiar as situações de jogo. Como é sabido, com as características deste plantel, isso era impossível.
TD- O plantel também era limitado, pelo menos em quantidade…
PES- Era um plantel muito curto, e como tal com poucas soluções de banco o que implicou uma gestão quase aleatória.
TD- Quanto ao calendário do andebol feminino em Portugal… Poucos meses de competição e também muita falta de qualidade, muito desequilíbrio entre as equipas mais fortes e as outras…
PES- A Federação terá as suas razões para ter elaborado um campeonato com este perfil, mas pessoalmente não vejo resultados práticos. Pode dizer-se que isso se deve ao facto de ter ficado em 3ºlugar. Será uma perspectiva. Pessoalmente não acho que o andebol feminino tenha ganho nada com este perfil. Foi um campeonato, na minha perspectiva, desinteressante e desequilibrado em que a maioria das jornadas tiveram intervalos de uma e duas semanas entre elas. Mesmo não alcançando os nossos objectivos, houve uma diferença abissal dos 3 primeiros para os 4º,5º e 6º lugares a que sempre a quem ganhámos sempre por diferenças de 12 a 18 golos.
TD- Com os objectivos falhados nesta temporada como está a preparar a próxima, e que objectivos pode traçar?
PES- Ter-se-ão que definir linhas claras de trabalho. E, com isto, quero dizer que o clube tem que elaborar com todas as partes o seu Projecto Desportivo.
“Na Formação o trabalho tem sido excelente”
TD- Vai continuar como treinadora? A Paula está disposta a continuar este trabalho?
PES- Há necessidade de se clarificarem determinados pré-requisitos, nomeadamente aqueles que dizem respeito à equipa sénior. Esta questão deve ser colocada à direcção da Casa do Benfica em Castelo Branco.
TD- Em termos de formação, o clube continua a trabalhar muito e bem…
PES- Foi realizado um bom trabalho em termos de captação inicial. Hoje o clube tem 30 atletas infantis, que se distribuem por duas equipas distintas, mais uma equipa Juvenil. Para 2007/08 temos capacidade de ocupar o escalão que falta com uma equipa de iniciadas. As nossas equipas da formação competiram no campeonato da Zona, e organizámos mais três eventos em Castelo Branco, trazendo equipas de várias zonas do país. As técnicas também fizeram formação, o que permite que para o ano estejam ainda mais habilitadas. A época terminou com a ida da equipa de juvenis ao “Andebol de Praia de Pedrógão” e com um encontro de infantis no Crato. Em minha opinião, penso ter sido um segundo ano de actividade muito bom em termos de formação.
TD- Mas a equipa sénior não pode estar à espera que a formação comece a fornecer jogadoras para a equipa principal…
PES- Não querendo fugir ao assunto, penso que é óbvio que o tempo é imenso. Naturalmente também acho que esta questão tem que ser levantada junto de quem tem capacidade de gestão do Clube e da definição de um Projecto Desportivo.
TD- Relativamente aos torneios que têm sido organizados, são para ter continuidade?
PES- Estes eventos, na minha opinião, devem ser mantidos e se possível aumentados em quantidade e qualidade, correndo o risco, assumido, da equipa da casa não ser a vencedora. Penso que nestes escalões a única forma de termos evolução ou termos de comparação será obrigatoriamente sair da zona para competir em esferas mais fortes que permitam aprendizagem.
Paula Espírito Santo em discurso directo, num ano em que falhou os objectivos traçados no início da época. No que toca à próxima temporada, pouco ou nada está definido em termos da sua continuidade. Isto porque segundo a técnica “falta o Projecto Desportivo”.
Paula Espírito Santo faz o balanço de uma temporada em que o clube não atingiu os objectivos a que se propôs. Fala “num plantel curto que apenas treinava uma vez por semana”, e diz que “neste momento é importante a Casa do Benfica em Castelo Branco definir o seu Projecto Desportivo”. Quanto ao futuro, Paula Espírito Santo faz depender a sua continuidade no clube da elaboração do Projecto de que fala.
“O plantel era muito curto e a gestão era praticamente aleatória”
Tribuna Desportiva- Qual o balanço que faz da temporada terminada?
Paula Espírito Santo- Os objectivos que traçámos no início não foram claramente atingidos. Faltaram-nos treinos com todo o plantel, normalmente só era possível trabalhar com todo o grupo uma vez por semana, e isto por razões várias, que se prendem com compromissos profissionais e por termos atletas fora da cidade.
TD- Num grupo onde havia 3 candidatos para apenas 2 lugares de acesso à fase final, a Casa do Benfica acabou por ficar de fora. As outras duas equipas demonstraram sempre superioridade… O que faltou para ultrapassar esses adversários?
PES- Faltou discernimento numa primeira fase. Nos jogos em casa, a equipa esteve sempre a ganhar até perto do final... Nos últimos minutos, em vez de acalmar o jogo, a equipa comportou-se como se estivesse a perder, permitindo a aproximação dos adversários. Claramente não soube gerir a pressão, acumulando em ambos os casos vários erros. Numa segunda fase, e muito especialmente com o Colégio João de Barros, a equipa não demonstrou condição física para aguentar o jogo. Por outras palavras, aguentou-se na 1ª parte com 11-11 e depois... Isto encaixa exactamente naquilo que já referi. As equipas têm que treinar em simultâneo com um plantel que permita copiar as situações de jogo. Como é sabido, com as características deste plantel, isso era impossível.
TD- O plantel também era limitado, pelo menos em quantidade…
PES- Era um plantel muito curto, e como tal com poucas soluções de banco o que implicou uma gestão quase aleatória.
TD- Quanto ao calendário do andebol feminino em Portugal… Poucos meses de competição e também muita falta de qualidade, muito desequilíbrio entre as equipas mais fortes e as outras…
PES- A Federação terá as suas razões para ter elaborado um campeonato com este perfil, mas pessoalmente não vejo resultados práticos. Pode dizer-se que isso se deve ao facto de ter ficado em 3ºlugar. Será uma perspectiva. Pessoalmente não acho que o andebol feminino tenha ganho nada com este perfil. Foi um campeonato, na minha perspectiva, desinteressante e desequilibrado em que a maioria das jornadas tiveram intervalos de uma e duas semanas entre elas. Mesmo não alcançando os nossos objectivos, houve uma diferença abissal dos 3 primeiros para os 4º,5º e 6º lugares a que sempre a quem ganhámos sempre por diferenças de 12 a 18 golos.
TD- Com os objectivos falhados nesta temporada como está a preparar a próxima, e que objectivos pode traçar?
PES- Ter-se-ão que definir linhas claras de trabalho. E, com isto, quero dizer que o clube tem que elaborar com todas as partes o seu Projecto Desportivo.
“Na Formação o trabalho tem sido excelente”
TD- Vai continuar como treinadora? A Paula está disposta a continuar este trabalho?
PES- Há necessidade de se clarificarem determinados pré-requisitos, nomeadamente aqueles que dizem respeito à equipa sénior. Esta questão deve ser colocada à direcção da Casa do Benfica em Castelo Branco.
TD- Em termos de formação, o clube continua a trabalhar muito e bem…
PES- Foi realizado um bom trabalho em termos de captação inicial. Hoje o clube tem 30 atletas infantis, que se distribuem por duas equipas distintas, mais uma equipa Juvenil. Para 2007/08 temos capacidade de ocupar o escalão que falta com uma equipa de iniciadas. As nossas equipas da formação competiram no campeonato da Zona, e organizámos mais três eventos em Castelo Branco, trazendo equipas de várias zonas do país. As técnicas também fizeram formação, o que permite que para o ano estejam ainda mais habilitadas. A época terminou com a ida da equipa de juvenis ao “Andebol de Praia de Pedrógão” e com um encontro de infantis no Crato. Em minha opinião, penso ter sido um segundo ano de actividade muito bom em termos de formação.
TD- Mas a equipa sénior não pode estar à espera que a formação comece a fornecer jogadoras para a equipa principal…
PES- Não querendo fugir ao assunto, penso que é óbvio que o tempo é imenso. Naturalmente também acho que esta questão tem que ser levantada junto de quem tem capacidade de gestão do Clube e da definição de um Projecto Desportivo.
TD- Relativamente aos torneios que têm sido organizados, são para ter continuidade?
PES- Estes eventos, na minha opinião, devem ser mantidos e se possível aumentados em quantidade e qualidade, correndo o risco, assumido, da equipa da casa não ser a vencedora. Penso que nestes escalões a única forma de termos evolução ou termos de comparação será obrigatoriamente sair da zona para competir em esferas mais fortes que permitam aprendizagem.
Paula Espírito Santo em discurso directo, num ano em que falhou os objectivos traçados no início da época. No que toca à próxima temporada, pouco ou nada está definido em termos da sua continuidade. Isto porque segundo a técnica “falta o Projecto Desportivo”.
segunda-feira, julho 02, 2007
12º RALLYCROSS DE CASTELO BRANCO
Luís Prazeres foi segundo no regresso do Rallycross a Castelo Branco
Três anos depois da última prova de Rallycross ter visitado o Parque de Desportos Motorizados de Castelo Branco, as emoções voltaram no último domingo com João Tabaio, Paulo Barros e António Sousa a conseguirem sair da prova de Castelo Branco com vitórias nas provas integradas no Campeonato Nacional da modalidade.
O 12º Rallycross de Castelo Branco, que mais uma vez teve uma excelente organização da Escuderia Castelo Branco, contou com 33 pilotos espalhados pelas 3 divisões do campeonato nacional e 2 da taça.
Na divisão rainha do Campeonato Nacional, João Tabaio, num Ford Focus RS, acabou por beneficiar dos problemas logo no arranque de Joaquim Santos, com um Opel Astra OPC, que tinha conseguido a pole nas mangas de classificação. Apesar dos problemas que também registou ao longo da prova, João Tabaio controlou bem a corrida e acabou por deixar atrás de si, o seu filho, Ruben Tabaio (Ford Escort), e na 3ª posição classificou-se Eduardo Veiga (Saab 9-3 Turbo). Após esta prova o campeonato continua a ser liderado por Veiga, com 85 pontos, mas João Tabaio conseguiu saltar para o 2º lugar, agora com menos 11 pontos que o piloto do Saab.
Na Divisão 2 não houve surpresas e Paulo Barros (Opel Astra), que liderou durante as sete voltas da final, acabou, com esta vitória, por reforçar a sua posição de líder no campeonato agora com 91 pontos contra 59 de Marco António que não concluiu a prova albicastrense. Luís Prazeres voltou a marcar presença com uma boa classificação. O piloto de Castelo Branco do Citroen Saxo cortou a meta na 2ª posição e José Polónio (Peugeot 206), que apenas cumpriu uma volta, ainda ficou com o 3º lugar, beneficiando de uma onda de avarias que afectou muitos participantes nesta Divisão 2. O outro piloto da casa, Francisco Grilo (Fiat Punto), foi um dos azarados do dia, já que acabou por sofrer uma avaria irremediável logo nos primeiros treinos do dia.
Na Divisão 3, também o líder do campeonato aproveitou a prova de Castelo Branco para reforçar a sua condição de líder. António Sousa (Citroen Saxo) venceu, deixando atrás de si Hélder Ribeiro (Saxo), a pouco mais de 2 segundos, e Mário Barbosa, também num Saxo, ocupou o último lugar do pódio, ao cortar a meta 6 segundos depois do vencedor.
Na Taça Nacional, Paulo Caçoilo (Renault Clio) ganhou a Divisão 2 e o único piloto albicastrense, António Esteves, ao volante de um VW Golf GTI, quedou-se pela 4ª posição. Na Divisão 1, António Dias (BMW 325 IX) ganhou com grande à vontade, deixando o 2º classificado, Joaquim Frade (Lancia Delta), a mais de 9 segundos.A próxima organização da Escuderia de Castelo Branco vai acontecer no fim-de-semana de 7 e 8 de Setembro com o Rally de Automóveis Antigos.
Três anos depois da última prova de Rallycross ter visitado o Parque de Desportos Motorizados de Castelo Branco, as emoções voltaram no último domingo com João Tabaio, Paulo Barros e António Sousa a conseguirem sair da prova de Castelo Branco com vitórias nas provas integradas no Campeonato Nacional da modalidade.
O 12º Rallycross de Castelo Branco, que mais uma vez teve uma excelente organização da Escuderia Castelo Branco, contou com 33 pilotos espalhados pelas 3 divisões do campeonato nacional e 2 da taça.
Na divisão rainha do Campeonato Nacional, João Tabaio, num Ford Focus RS, acabou por beneficiar dos problemas logo no arranque de Joaquim Santos, com um Opel Astra OPC, que tinha conseguido a pole nas mangas de classificação. Apesar dos problemas que também registou ao longo da prova, João Tabaio controlou bem a corrida e acabou por deixar atrás de si, o seu filho, Ruben Tabaio (Ford Escort), e na 3ª posição classificou-se Eduardo Veiga (Saab 9-3 Turbo). Após esta prova o campeonato continua a ser liderado por Veiga, com 85 pontos, mas João Tabaio conseguiu saltar para o 2º lugar, agora com menos 11 pontos que o piloto do Saab.
Na Divisão 2 não houve surpresas e Paulo Barros (Opel Astra), que liderou durante as sete voltas da final, acabou, com esta vitória, por reforçar a sua posição de líder no campeonato agora com 91 pontos contra 59 de Marco António que não concluiu a prova albicastrense. Luís Prazeres voltou a marcar presença com uma boa classificação. O piloto de Castelo Branco do Citroen Saxo cortou a meta na 2ª posição e José Polónio (Peugeot 206), que apenas cumpriu uma volta, ainda ficou com o 3º lugar, beneficiando de uma onda de avarias que afectou muitos participantes nesta Divisão 2. O outro piloto da casa, Francisco Grilo (Fiat Punto), foi um dos azarados do dia, já que acabou por sofrer uma avaria irremediável logo nos primeiros treinos do dia.
Na Divisão 3, também o líder do campeonato aproveitou a prova de Castelo Branco para reforçar a sua condição de líder. António Sousa (Citroen Saxo) venceu, deixando atrás de si Hélder Ribeiro (Saxo), a pouco mais de 2 segundos, e Mário Barbosa, também num Saxo, ocupou o último lugar do pódio, ao cortar a meta 6 segundos depois do vencedor.
Na Taça Nacional, Paulo Caçoilo (Renault Clio) ganhou a Divisão 2 e o único piloto albicastrense, António Esteves, ao volante de um VW Golf GTI, quedou-se pela 4ª posição. Na Divisão 1, António Dias (BMW 325 IX) ganhou com grande à vontade, deixando o 2º classificado, Joaquim Frade (Lancia Delta), a mais de 9 segundos.A próxima organização da Escuderia de Castelo Branco vai acontecer no fim-de-semana de 7 e 8 de Setembro com o Rally de Automóveis Antigos.
V TORNEIO DE FUTSAL VITOR CORREIA
Porto ganha em final animada com Viana do Castelo
A cidade de Castelo Branco recebeu no último domingo a Final-four da V edição do Torneio de Futsal Vítor Correia da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol.
Pedro Henriques, Rui Costa e os irmãos Pedro e Paulo Paraty acabaram por ser os cabeças de cartaz de um domingo animado e que mostrou que alguns dos homens que estamos habituados a ver com o apito na boca também têm alguma habilidade com a bola nos pés.
Durante a manhã decorreram os jogos das meias-finais. Nesta fase, o Núcleo Francisco Guerra, do Porto, levou a melhor sobre os juízes de Lisboa, treinados por Pedro Henriques, por apenas 1-0, e Viana do Castelo bateu os homens do apito da Linha de Sintra por escassos 4-3.
A parte da tarde teve início com o jogo de atribuição do 3º e 4º lugar, e entre a Linha de Sintra e Lisboa nunca houve grandes dúvidas em relação à melhor equipa. Sintra chegou com relativa facilidade ao 2-0, mas um golo de Lisboa já na recta final quase que dava para animar os instantes finais, não fosse a Linha de Sintra fechar o placard praticamente na resposta ao golo sofrido.
Pavilhão Municipal de Castelo Branco
Árbitros- Izaldo Barata e Rui Pedro (Castelo Branco)
Núcleo de Árbitros de Futebol da Linha de Sintra- Miguel Castilho, Nuno Fernandes, Ricardo Luz, David Afonso, Pedro Pereira, André Oliveira, Pedro Lemos, Rafael Figueira, Mário Soares, Miguel Silva e Bruno Pedro
Treinador- Armando Branco
Núcleo de Árbitros de Lisboa- Paulo Justo, Pedro Vieira, Hélder Malheiro, Pedro Silva, Vítor Pereira, José Gomes, Bruno Cunha, Rogério Correia, Fernando Botelho, Gueorgui Ivanov e João Bermejo
Treinador- Pedro Henriques
Na grande final, estavam frente a frente as duas equipas do norte que marcaram presença nesta final a quatro. O Núcleo Francisco Guerra da invicta cidade do Porto, que tinha eliminado o Núcleo de Árbitros de Futebol Albicastrenses nos quartos-de-final, fez muito cedo o 2-0, mas depois foi obrigado a passar por minutos de muito sufoco, já que Viana do Castelo Branco mostrou sempre mais conjunto e mais futsal que apenas falhava no capítulo da finalização. Os comandados de Paulo Paraty, que no jogo decisivo não chegou a entrar nas quatro linhas, fecharam-se bem e acabaram por sofrer o 2-1 já nos últimos minutos. Este golo acabou por animar Viana do Castelo que ainda conseguiu criar algumas situações muito perigosas mas continuou sempre a falhar na hora do toque fatal. Desta forma, acabaram por ser os portuenses a fazer a festa no final, conquistando o Núcleo Francisco Guerra a V edição do torneio de futsal para a classe dos árbitros.
Pavilhão Municipal de Castelo Branco
Árbitros- Paulo Teixeira (Lisboa) e José Gaspar (Coimbra)
Núcleo de Árbitros Francisco Guerra (Porto)- Carlos Reis, Montenegro, Rui Licínio, Pedro Maia, Marco Pereira, José Pedro, Bruno Ferreira, Pedro Paraty, Pedro Aleixo, Paulo Paraty e Pedro Barbosa
Treinador- Paulo Paraty
Núcleo de Árbitros de Viana do Castelo- Sérgio Malheiro, José Carlos Rio, Jorge Brito, António Brito, Paulo Nobre, Luís Peixoto e Nuno Parente
Treinador- José Luís
No final, Ricardo Alexandre, presidente do NAFA, Núcleo que organizou esta fase final, declarava-se “satisfeito porque acabou por ser um dia do agrado de todos”. A equipa que vinha apontada como favorita acabou por ganhar mesmo, e o juiz de Castelo Branco lembra que “este foi o terceiro ano consecutivo que o NAFA foi eliminado nos quartos-de-final, e o curioso é que a equipa que nos elimina acaba sempre por ser a vencedora do Torneio…”. Para fechar, Ricardo Alexandre lembra todo o processo que trouxe esta Final-four até à cidade de Castelo Branco: “o NAFA propôs-se à ANAF para organizar esta fase final da prova com base, não só no Pavilhão que nos foi disponibilizado, mas também em toda a logística. Os pressupostos foram aceites e deixamos um agradecimento ao Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol de Castelo Branco, à Câmara Municipal e à Junta de Freguesia da cidade”.
A cidade de Castelo Branco recebeu no último domingo a Final-four da V edição do Torneio de Futsal Vítor Correia da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol.
Pedro Henriques, Rui Costa e os irmãos Pedro e Paulo Paraty acabaram por ser os cabeças de cartaz de um domingo animado e que mostrou que alguns dos homens que estamos habituados a ver com o apito na boca também têm alguma habilidade com a bola nos pés.
Durante a manhã decorreram os jogos das meias-finais. Nesta fase, o Núcleo Francisco Guerra, do Porto, levou a melhor sobre os juízes de Lisboa, treinados por Pedro Henriques, por apenas 1-0, e Viana do Castelo bateu os homens do apito da Linha de Sintra por escassos 4-3.
A parte da tarde teve início com o jogo de atribuição do 3º e 4º lugar, e entre a Linha de Sintra e Lisboa nunca houve grandes dúvidas em relação à melhor equipa. Sintra chegou com relativa facilidade ao 2-0, mas um golo de Lisboa já na recta final quase que dava para animar os instantes finais, não fosse a Linha de Sintra fechar o placard praticamente na resposta ao golo sofrido.
Pavilhão Municipal de Castelo Branco
Árbitros- Izaldo Barata e Rui Pedro (Castelo Branco)
Núcleo de Árbitros de Futebol da Linha de Sintra- Miguel Castilho, Nuno Fernandes, Ricardo Luz, David Afonso, Pedro Pereira, André Oliveira, Pedro Lemos, Rafael Figueira, Mário Soares, Miguel Silva e Bruno Pedro
Treinador- Armando Branco
Núcleo de Árbitros de Lisboa- Paulo Justo, Pedro Vieira, Hélder Malheiro, Pedro Silva, Vítor Pereira, José Gomes, Bruno Cunha, Rogério Correia, Fernando Botelho, Gueorgui Ivanov e João Bermejo
Treinador- Pedro Henriques
Na grande final, estavam frente a frente as duas equipas do norte que marcaram presença nesta final a quatro. O Núcleo Francisco Guerra da invicta cidade do Porto, que tinha eliminado o Núcleo de Árbitros de Futebol Albicastrenses nos quartos-de-final, fez muito cedo o 2-0, mas depois foi obrigado a passar por minutos de muito sufoco, já que Viana do Castelo Branco mostrou sempre mais conjunto e mais futsal que apenas falhava no capítulo da finalização. Os comandados de Paulo Paraty, que no jogo decisivo não chegou a entrar nas quatro linhas, fecharam-se bem e acabaram por sofrer o 2-1 já nos últimos minutos. Este golo acabou por animar Viana do Castelo que ainda conseguiu criar algumas situações muito perigosas mas continuou sempre a falhar na hora do toque fatal. Desta forma, acabaram por ser os portuenses a fazer a festa no final, conquistando o Núcleo Francisco Guerra a V edição do torneio de futsal para a classe dos árbitros.
Pavilhão Municipal de Castelo Branco
Árbitros- Paulo Teixeira (Lisboa) e José Gaspar (Coimbra)
Núcleo de Árbitros Francisco Guerra (Porto)- Carlos Reis, Montenegro, Rui Licínio, Pedro Maia, Marco Pereira, José Pedro, Bruno Ferreira, Pedro Paraty, Pedro Aleixo, Paulo Paraty e Pedro Barbosa
Treinador- Paulo Paraty
Núcleo de Árbitros de Viana do Castelo- Sérgio Malheiro, José Carlos Rio, Jorge Brito, António Brito, Paulo Nobre, Luís Peixoto e Nuno Parente
Treinador- José Luís
No final, Ricardo Alexandre, presidente do NAFA, Núcleo que organizou esta fase final, declarava-se “satisfeito porque acabou por ser um dia do agrado de todos”. A equipa que vinha apontada como favorita acabou por ganhar mesmo, e o juiz de Castelo Branco lembra que “este foi o terceiro ano consecutivo que o NAFA foi eliminado nos quartos-de-final, e o curioso é que a equipa que nos elimina acaba sempre por ser a vencedora do Torneio…”. Para fechar, Ricardo Alexandre lembra todo o processo que trouxe esta Final-four até à cidade de Castelo Branco: “o NAFA propôs-se à ANAF para organizar esta fase final da prova com base, não só no Pavilhão que nos foi disponibilizado, mas também em toda a logística. Os pressupostos foram aceites e deixamos um agradecimento ao Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol de Castelo Branco, à Câmara Municipal e à Junta de Freguesia da cidade”.
INAUGURAÇÃO DA SEDE SOCIAL DA ACD CARAPALHA
Do sonho à realidade
A Associação Cultural e Desportiva da Carapalha já está na sua casa nova desde a última quinta-feira. Na cerimónia de inauguração, onde estiveram presentes, para além do presidente da Associação, António Nascimento, o presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Joaquim Morão e o presidente da Junta de Freguesia de Castelo Branco, Jorge Neves, foi destacado por todos que se cumpriu um desejo com alguns anos, já que a ACDC, fundada em 1998 e que conta praticamente com um milhar de sócios, dispõe agora de uma nova infra-estrutura, um edifício novo, com óptimas condições para albergar esta Associação que muito tem feito pelo desporto e pela cultura, não só da cidade, mas também da própria região.
Joaquim Morão, destacou que “finalmente conseguimos terminar uma ideia e um projecto do falecido Tó Pina, que é efectivamente o grande mentor desta sede, que estaria com certeza muito feliz no dia de hoje, se estivesse entre nós”. O ex-presidente da ACDC, falecido em 2006, António Pina Fernandes, foi de resto lembrado por todos os presentes e na ocasião foi também destapada pela viúva e pelo seu filho, uma placa alusiva ao ex-presidente.Voltando à nova sede, o presidente da autarquia desejou aos corpos sociais e a todos os moradores do Bairro “que façam o melhor uso da nova sede e que a aproveitem da melhor forma para continuar a crescer e a dignificar, não só a Carapalha, como a própria cidade. A sede tem hoje excelentes condições para que a Carapalha continue na rota do desenvolvimento”. Mais genericamente, referindo-se a todo o raio de acção da autarquia, o presidente salientou que “estamos atentos a tudo o que nos rodeia para continuar a apoiar quem precisa de ser apoiado. As avenidas aparecem, as obras fazem-se mas é preciso notar que não é só isso… também o emprego vai aumentando o que nos permite, apesar dos tempos difíceis que vivemos, encarar o futuro com optimismo. Nunca se deu tanto apoio a quem mostrou capacidade de iniciativa”. Já António Nascimento, sempre acompanhado no acto pelo secretário José Afonso Perquilhas, acabou por resumir numa só frase aquilo que lhe ia na alma naquele momento: “O povo costuma dizer que, para endireitar o país eram necessários 10 salazares, pois aqui ficou provado que basta um Joaquim Morão para se concluir mais uma obra”.
A Associação Cultural e Desportiva da Carapalha já está na sua casa nova desde a última quinta-feira. Na cerimónia de inauguração, onde estiveram presentes, para além do presidente da Associação, António Nascimento, o presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Joaquim Morão e o presidente da Junta de Freguesia de Castelo Branco, Jorge Neves, foi destacado por todos que se cumpriu um desejo com alguns anos, já que a ACDC, fundada em 1998 e que conta praticamente com um milhar de sócios, dispõe agora de uma nova infra-estrutura, um edifício novo, com óptimas condições para albergar esta Associação que muito tem feito pelo desporto e pela cultura, não só da cidade, mas também da própria região.
Joaquim Morão, destacou que “finalmente conseguimos terminar uma ideia e um projecto do falecido Tó Pina, que é efectivamente o grande mentor desta sede, que estaria com certeza muito feliz no dia de hoje, se estivesse entre nós”. O ex-presidente da ACDC, falecido em 2006, António Pina Fernandes, foi de resto lembrado por todos os presentes e na ocasião foi também destapada pela viúva e pelo seu filho, uma placa alusiva ao ex-presidente.Voltando à nova sede, o presidente da autarquia desejou aos corpos sociais e a todos os moradores do Bairro “que façam o melhor uso da nova sede e que a aproveitem da melhor forma para continuar a crescer e a dignificar, não só a Carapalha, como a própria cidade. A sede tem hoje excelentes condições para que a Carapalha continue na rota do desenvolvimento”. Mais genericamente, referindo-se a todo o raio de acção da autarquia, o presidente salientou que “estamos atentos a tudo o que nos rodeia para continuar a apoiar quem precisa de ser apoiado. As avenidas aparecem, as obras fazem-se mas é preciso notar que não é só isso… também o emprego vai aumentando o que nos permite, apesar dos tempos difíceis que vivemos, encarar o futuro com optimismo. Nunca se deu tanto apoio a quem mostrou capacidade de iniciativa”. Já António Nascimento, sempre acompanhado no acto pelo secretário José Afonso Perquilhas, acabou por resumir numa só frase aquilo que lhe ia na alma naquele momento: “O povo costuma dizer que, para endireitar o país eram necessários 10 salazares, pois aqui ficou provado que basta um Joaquim Morão para se concluir mais uma obra”.
terça-feira, junho 26, 2007
ENTREVISTA A JOSÉ CURTO, TREINADOR AD ALBICASTRENSE
“O 3º lugar é um prémio que sabe a pouco”
O 3º lugar final da Associação Desportiva Albicastrense no Campeonato Nacional da 1ª Divisão serve de mote para o lançamento da conversa, em jeito de balanço da época, com o treinador José Curto. Com a manutenção como objectivo traçado no início da temporada, cedo os azuis atingiram esse desiderato e passaram a ter a possibilidade de lutar com as melhores equipas pelo título nacional. Na fase final as duas derrotas, em casa e fora, com o Callidas e com o Boa-Hora, acabaram por impedir a equipa de Castelo Branco de lutar pelo título, mas o último lugar do pódio não deixa de ser um bom prémio para uma equipa em que metade dos jogadores só se encontram nos sábados para jogar…
“Houve uma altura que tivemos hipóteses de chegar ao título”
Tribuna Desportiva- O 3º lugar no final do campeonato é um prémio para este plantel, ou sabe a pouco?
José Curto- Acho que é um pouco das duas. É um prémio que poderá, eventualmente saber a pouco. Se a equipa treinasse seria completamente diferente. De qualquer maneira, estamos de parabéns, porque atingimos os objectivos a que a Associação Desportiva Albicastrense se propunha, que era a manutenção de divisão. Houve uma altura que tivemos uma hipótese de sermos campeões nacionais, tivemos um pouco de azar… Apesar de nunca ter sido essa a nossa meta, houve uma altura em que isso podia ter acontecido. No final apostámos no 3º lugar, que foi o que conseguimos, e penso que já é muito bom.
TD- O Boa-Hora e o Callidas, as equipas que ficaram no primeiro e segundo lugar, são melhores que a ADA?
JC- Não. Penso que a Associação Desportiva Albicastrense tem uma equipa ao nível, tanto do Callidas como do Boa-Hora, só que na nossa equipa metade dos jogadores não treinam, e as outras equipas treinam todos os dias, e a diferença tem que se ver em termos de jogo.
TD- O Tiago foi sem dúvida um excelente reforço que veio ajudar na última parte da temporada…
JC- O Tiago foi claramente uma mais valia para esta equipa. Em princípio não vamos poder contar com ele para a próxima temporada, de qualquer maneira, a ADA deseja-lhe muito boa sorte e agradece o contributo que ele nos deu esta época.
TD- Em relação a outras saídas, já há mais alguma confirmada?
JC- Não. Em princípio, salvo alguma excepção de que não temos conhecimento, a equipa irá toda manter-se.
TD- O Ricardo Sousa também está confirmado?
JC- Sim, estamos a contar com todos à excepção do Tiago.
“Estamos à espera que a nossa equipa de juvenis seja
o futuro do andebol em Castelo Branco”
TD- Na próxima época a ADA está de novo na 1ª Divisão… há possibilidades de ir mais além?
JC- Haver possibilidades haverá sempre, mas isso é uma questão orçamental, e como o dinheiro exigido não é pouco… Nós não queremos é acabar com o andebol em Castelo Branco! Queremos manter, estamos à espera de uma equipa de juvenis que estamos a trabalhar para chegarem aos seniores, e vamos tentar manter até lá, para que os jovens que temos sejam o futuro do andebol em Castelo Branco.
José Curto no balanço de uma época que culminou com a obtenção do 3º lugar no Campeonato Nacional da 1ª Divisão. Os objectivos para o futuro não passam por voos mais altos, até porque as exigências financeiras são enormes e porque o plantel sénior está à espera que cheguem os juvenis...
O 3º lugar final da Associação Desportiva Albicastrense no Campeonato Nacional da 1ª Divisão serve de mote para o lançamento da conversa, em jeito de balanço da época, com o treinador José Curto. Com a manutenção como objectivo traçado no início da temporada, cedo os azuis atingiram esse desiderato e passaram a ter a possibilidade de lutar com as melhores equipas pelo título nacional. Na fase final as duas derrotas, em casa e fora, com o Callidas e com o Boa-Hora, acabaram por impedir a equipa de Castelo Branco de lutar pelo título, mas o último lugar do pódio não deixa de ser um bom prémio para uma equipa em que metade dos jogadores só se encontram nos sábados para jogar…
“Houve uma altura que tivemos hipóteses de chegar ao título”
Tribuna Desportiva- O 3º lugar no final do campeonato é um prémio para este plantel, ou sabe a pouco?
José Curto- Acho que é um pouco das duas. É um prémio que poderá, eventualmente saber a pouco. Se a equipa treinasse seria completamente diferente. De qualquer maneira, estamos de parabéns, porque atingimos os objectivos a que a Associação Desportiva Albicastrense se propunha, que era a manutenção de divisão. Houve uma altura que tivemos uma hipótese de sermos campeões nacionais, tivemos um pouco de azar… Apesar de nunca ter sido essa a nossa meta, houve uma altura em que isso podia ter acontecido. No final apostámos no 3º lugar, que foi o que conseguimos, e penso que já é muito bom.
TD- O Boa-Hora e o Callidas, as equipas que ficaram no primeiro e segundo lugar, são melhores que a ADA?
JC- Não. Penso que a Associação Desportiva Albicastrense tem uma equipa ao nível, tanto do Callidas como do Boa-Hora, só que na nossa equipa metade dos jogadores não treinam, e as outras equipas treinam todos os dias, e a diferença tem que se ver em termos de jogo.
TD- O Tiago foi sem dúvida um excelente reforço que veio ajudar na última parte da temporada…
JC- O Tiago foi claramente uma mais valia para esta equipa. Em princípio não vamos poder contar com ele para a próxima temporada, de qualquer maneira, a ADA deseja-lhe muito boa sorte e agradece o contributo que ele nos deu esta época.
TD- Em relação a outras saídas, já há mais alguma confirmada?
JC- Não. Em princípio, salvo alguma excepção de que não temos conhecimento, a equipa irá toda manter-se.
TD- O Ricardo Sousa também está confirmado?
JC- Sim, estamos a contar com todos à excepção do Tiago.
“Estamos à espera que a nossa equipa de juvenis seja
o futuro do andebol em Castelo Branco”
TD- Na próxima época a ADA está de novo na 1ª Divisão… há possibilidades de ir mais além?
JC- Haver possibilidades haverá sempre, mas isso é uma questão orçamental, e como o dinheiro exigido não é pouco… Nós não queremos é acabar com o andebol em Castelo Branco! Queremos manter, estamos à espera de uma equipa de juvenis que estamos a trabalhar para chegarem aos seniores, e vamos tentar manter até lá, para que os jovens que temos sejam o futuro do andebol em Castelo Branco.
José Curto no balanço de uma época que culminou com a obtenção do 3º lugar no Campeonato Nacional da 1ª Divisão. Os objectivos para o futuro não passam por voos mais altos, até porque as exigências financeiras são enormes e porque o plantel sénior está à espera que cheguem os juvenis...
NAFA ORGANIZA FINAL-FOUR DO TORNEIO DE FUTSAL DA APAF
Pedro Henriques e Paulo Paraty jogam em Castelo Branco
O Núcleo de Árbitros de Futebol Albicastrense organiza no próximo domingo, dia 1 de Julho, a Final-four do Torneio de Futsal Vítor Correia.
O Torneio, que já vai na 5ª edição e que tem a organização da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF), tem este ano a participação dos seguintes Núcleos de Árbitros: Francisco Guerra, do Porto, Viana do Castelo, Lisboa, Linha de Sintra ou Almada/Seixal e Francisco Parrinha.Com a particularidade de todas as equipas integrarem apenas e só árbitros de futebol, quem se deslocar ao Pavilhão Municipal de Castelo Branco no domingo vai então ter oportunidade de apreciar os dotes futebolístico de, entre outros, Pedro Henriques, dos irmãos Paulo e Rui Costa, ou ainda de Pedro e Paulo Paraty.
O Núcleo de Árbitros de Futebol Albicastrense organiza no próximo domingo, dia 1 de Julho, a Final-four do Torneio de Futsal Vítor Correia.
O Torneio, que já vai na 5ª edição e que tem a organização da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF), tem este ano a participação dos seguintes Núcleos de Árbitros: Francisco Guerra, do Porto, Viana do Castelo, Lisboa, Linha de Sintra ou Almada/Seixal e Francisco Parrinha.Com a particularidade de todas as equipas integrarem apenas e só árbitros de futebol, quem se deslocar ao Pavilhão Municipal de Castelo Branco no domingo vai então ter oportunidade de apreciar os dotes futebolístico de, entre outros, Pedro Henriques, dos irmãos Paulo e Rui Costa, ou ainda de Pedro e Paulo Paraty.
segunda-feira, junho 18, 2007
VITÓRIA DOS OLIVAIS- 4 BOA ESPERANÇA- 9

A cereja no cimo do bolo
Pavilhão da Escola Secundária D. Dinis, Chelas
Árbitros- Vítor Clemente e Agostinho Jorge, de Setúbal
Vitória dos Olivais- José Belo, Vítor, Zé Daniel, Sérgio, João, Feliciano, Kali, Dani e Capela
Treinador- José António
Boa Esperança- Hugo Nunes, Ricardo Machado, Theres Oliveira, André Gonçalves, Daniel Ascensão, Vasco Antunes, Francisco Aragonês, Bruno Barata, Hugo Silveira, Marco Borronha, Valter Borronha e Bruno Neves
Treinador- Humberto Cadete
Disciplina- Cartão amarelo a José Belo aos 26, Dani aos 28, Feliciano aos 38 e Sérgio aos 39; Marco Borronha aos 11, André Gonçalves aos 26 e Theres Oliveira aos 34
Marcadores- Vítor no 1º minuto, Kali aos 7, João aos 17 e Dani aos 19; Theres Oliveira aos 12, 14, 28 e 30, Valter Borronha aos 16 e 34, André Gonçalves aos 23, Ricardo Machado aos 34 e Francisco Aragonês aos 37
Valeu a pena esperar. Não apenas pelo desfecho da partida, mas, ainda antes, pelo acesso ao recinto do jogo, que esteve fechado até poucos minutos antes da hora agendada para esta partida decisiva, visto que, para além do desafio entre lisboetas e albicastrenses, o pavilhão da Escola Secundária D. Dinis estava marcado em simultâneo para outro jogo, mas de carácter não oficial.
No que diz respeito ao encontro, que começou com vinte minutos de atraso, a Boa Esperança, que estava a um passo de se sagrar campeã nacional da 3ª divisão de futsal, denotou alguma ansiedade, sobretudo nos primeiros minutos. O Olivais soube aproveitar, e, logo no minuto inicial adiantou-se, através de Vítor, dilatando a vantagem no decorrer do sétimo minuto, por intermédio de Kali.
Neste período do jogo, a arma utilizada com sucesso pelos homens de Castelo Branco foi o temível pontapé de Theres. Em dois livres, aos 12 e aos 14 minutos, o brasileiro repôs a igualdade, aproveitando muito bem o facto da turma da casa ter atingido as 5 faltas muito cedo, mais exactamente aos 13 minutos. O segundo destes tentos foi já obtido na transformação de um livre de 10 metros.
Com mais confiança, a Boa Esperança deu a volta ao marcador aos 16 minutos, através de Valter Borronha, mas o jogo estava imprevisível nesta fase, e o Olivais passou de novo para a frente, com golos de João, no minuto seguinte, e Dani, quando faltavam apenas 11 segundos para o descanso, na conversão de uma grande penalidade.
Na segunda parte, veio ao de cima a diferença dos dois plantéis. O técnico Humberto Cadete foi gerindo habilmente os jogadores disponíveis, enquanto os índices físicos do Olivais se foram deteriorando, tendo em consideração que tinham um atleta castigado, e alguns lesionados, diminuindo assim o lote de disponíveis ao dispor do treinador José António.
O início da etapa complementar foi ainda equilibrado, mas os albicastrenses conseguiram o empate aos 23 minutos, através de André Gonçalves, dando nova e definitiva reviravolta no marcador ao minuto 28, por Theres, que, inspirado, marcaria o seu quarto golo dois minutos depois.
Começava aqui a desenhar-se uma vitória mais expressiva da Boa Esperança e, mais que isso, definitivamente sentia-se o título cada vez mais perto.
Na mó de cima, a equipa laranja foi engordando as contas, através de um jogo mais tranquilo e confiante. Chegou o minuto 34, e foram Valter Borronha e Ricardo Machado a fazer o gosto ao pé, com diferença de escassos segundos. A partir deste momento, parecia consumada a vitória, faltando apenas saber quantos mais golos conseguiriam marcar os beirões. Faltava o nono, por Francisco Aragonês, aos 37 minutos. A notável página da história desportiva da nossa região estava escrita. O campeão estava encontrado, numa vitória que mereceu a especial atenção de Mário Minhós, presidente da Associação de Futebol de Castelo Branco, espectador atento desta partida.
Nota final para a dupla de arbitragem, que viajou de Setúbal, e cuja actuação foi positiva, quer em termos técnicos, quer no aspecto disciplinar. Ficam algumas dúvidas no lance da grande penalidade assinalada a favor dos visitados, mas, em termos gerais, não teve qualquer influência no resultado final.
Humberto Cadete, treinador da Boa Esperança
“Título traduz o trabalho de toda a época”
No final do encontro, Humberto Cadete estava orgulhoso do seu grupo de trabalho, e fez questão de destacar que sempre acreditou no “talento e condições do grupo para chegar ao título nacional” salientando que o “valor do plantel está à vista”. Reconhece, não obstante, que para se ser campeão é muitas vezes necessária “a estrelinha, que a equipa teve, mas que soube sempre fazer por merecer”.
Para a próxima temporada, o técnico albicastrense sabe que “o nível competitivo aumenta, e a responsabilidade também”. Ciente da realidade financeira do clube, referiu saber que “a equipa não tem recursos económicos, mas dentro das suas possibilidades vamos tentar fazer uma época de adaptação à 2ª divisão, e alcançar a manutenção”.
César Amaro, presidente da Boa Esperança
“Era o que todos esperávamos”
Outro rosto da felicidade era o do presidente da ARC da Boa Esperança, que realçou o facto de “tudo ter corrido de feição para alcançar o grande objectivo, que era a subida à 2ª divisão”, sendo esta conquista um grande feito e uma referência “para a cidade, para o concelho e para o distrito”. César Amaro considerou ainda que a Boa Esperança está agora “no lugar onde deve estar”.
Para o futuro, o presidente refere que vai procurar reforçar a equipa com vista à próxima época, sendo para isso essencial um diálogo com a autarquia e a Junta de Freguesia, no sentido de se obterem apoios compatíveis com os desafios que se avizinham, ou seja, da participação num escalão superior.
Theres Oliveira, jogador da Boa Esperança
“Vitória da humildade”
Uma das grandes figuras do encontro foi o brasileiro Theres Oliveira, autor de 4 golos. Uma mão quase cheia que, decididamente muito contribuiu para o triunfo dos visitantes. No fim do jogo, era o espelho da alegria de um grande desafio alcançado, considerando que esta foi “uma vitória merecida, para a qual todos contribuíram”, salientando ”a união do grupo ao longo da prova”. Para Theres, a chave do sucesso foi “a humildade com que a equipa sempre encarou a competição”, destacando também a evolução positiva da modalidade no distrito de Castelo Branco.Para a próxima época, Theres não quis adiantar se iria ou não continuar a vestir a camisola laranja da Boa Esperança.
Pavilhão da Escola Secundária D. Dinis, Chelas
Árbitros- Vítor Clemente e Agostinho Jorge, de Setúbal
Vitória dos Olivais- José Belo, Vítor, Zé Daniel, Sérgio, João, Feliciano, Kali, Dani e Capela
Treinador- José António
Boa Esperança- Hugo Nunes, Ricardo Machado, Theres Oliveira, André Gonçalves, Daniel Ascensão, Vasco Antunes, Francisco Aragonês, Bruno Barata, Hugo Silveira, Marco Borronha, Valter Borronha e Bruno Neves
Treinador- Humberto Cadete
Disciplina- Cartão amarelo a José Belo aos 26, Dani aos 28, Feliciano aos 38 e Sérgio aos 39; Marco Borronha aos 11, André Gonçalves aos 26 e Theres Oliveira aos 34
Marcadores- Vítor no 1º minuto, Kali aos 7, João aos 17 e Dani aos 19; Theres Oliveira aos 12, 14, 28 e 30, Valter Borronha aos 16 e 34, André Gonçalves aos 23, Ricardo Machado aos 34 e Francisco Aragonês aos 37
Valeu a pena esperar. Não apenas pelo desfecho da partida, mas, ainda antes, pelo acesso ao recinto do jogo, que esteve fechado até poucos minutos antes da hora agendada para esta partida decisiva, visto que, para além do desafio entre lisboetas e albicastrenses, o pavilhão da Escola Secundária D. Dinis estava marcado em simultâneo para outro jogo, mas de carácter não oficial.
No que diz respeito ao encontro, que começou com vinte minutos de atraso, a Boa Esperança, que estava a um passo de se sagrar campeã nacional da 3ª divisão de futsal, denotou alguma ansiedade, sobretudo nos primeiros minutos. O Olivais soube aproveitar, e, logo no minuto inicial adiantou-se, através de Vítor, dilatando a vantagem no decorrer do sétimo minuto, por intermédio de Kali.
Neste período do jogo, a arma utilizada com sucesso pelos homens de Castelo Branco foi o temível pontapé de Theres. Em dois livres, aos 12 e aos 14 minutos, o brasileiro repôs a igualdade, aproveitando muito bem o facto da turma da casa ter atingido as 5 faltas muito cedo, mais exactamente aos 13 minutos. O segundo destes tentos foi já obtido na transformação de um livre de 10 metros.
Com mais confiança, a Boa Esperança deu a volta ao marcador aos 16 minutos, através de Valter Borronha, mas o jogo estava imprevisível nesta fase, e o Olivais passou de novo para a frente, com golos de João, no minuto seguinte, e Dani, quando faltavam apenas 11 segundos para o descanso, na conversão de uma grande penalidade.
Na segunda parte, veio ao de cima a diferença dos dois plantéis. O técnico Humberto Cadete foi gerindo habilmente os jogadores disponíveis, enquanto os índices físicos do Olivais se foram deteriorando, tendo em consideração que tinham um atleta castigado, e alguns lesionados, diminuindo assim o lote de disponíveis ao dispor do treinador José António.
O início da etapa complementar foi ainda equilibrado, mas os albicastrenses conseguiram o empate aos 23 minutos, através de André Gonçalves, dando nova e definitiva reviravolta no marcador ao minuto 28, por Theres, que, inspirado, marcaria o seu quarto golo dois minutos depois.
Começava aqui a desenhar-se uma vitória mais expressiva da Boa Esperança e, mais que isso, definitivamente sentia-se o título cada vez mais perto.
Na mó de cima, a equipa laranja foi engordando as contas, através de um jogo mais tranquilo e confiante. Chegou o minuto 34, e foram Valter Borronha e Ricardo Machado a fazer o gosto ao pé, com diferença de escassos segundos. A partir deste momento, parecia consumada a vitória, faltando apenas saber quantos mais golos conseguiriam marcar os beirões. Faltava o nono, por Francisco Aragonês, aos 37 minutos. A notável página da história desportiva da nossa região estava escrita. O campeão estava encontrado, numa vitória que mereceu a especial atenção de Mário Minhós, presidente da Associação de Futebol de Castelo Branco, espectador atento desta partida.
Nota final para a dupla de arbitragem, que viajou de Setúbal, e cuja actuação foi positiva, quer em termos técnicos, quer no aspecto disciplinar. Ficam algumas dúvidas no lance da grande penalidade assinalada a favor dos visitados, mas, em termos gerais, não teve qualquer influência no resultado final.
Humberto Cadete, treinador da Boa Esperança
“Título traduz o trabalho de toda a época”
No final do encontro, Humberto Cadete estava orgulhoso do seu grupo de trabalho, e fez questão de destacar que sempre acreditou no “talento e condições do grupo para chegar ao título nacional” salientando que o “valor do plantel está à vista”. Reconhece, não obstante, que para se ser campeão é muitas vezes necessária “a estrelinha, que a equipa teve, mas que soube sempre fazer por merecer”.
Para a próxima temporada, o técnico albicastrense sabe que “o nível competitivo aumenta, e a responsabilidade também”. Ciente da realidade financeira do clube, referiu saber que “a equipa não tem recursos económicos, mas dentro das suas possibilidades vamos tentar fazer uma época de adaptação à 2ª divisão, e alcançar a manutenção”.
César Amaro, presidente da Boa Esperança
“Era o que todos esperávamos”
Outro rosto da felicidade era o do presidente da ARC da Boa Esperança, que realçou o facto de “tudo ter corrido de feição para alcançar o grande objectivo, que era a subida à 2ª divisão”, sendo esta conquista um grande feito e uma referência “para a cidade, para o concelho e para o distrito”. César Amaro considerou ainda que a Boa Esperança está agora “no lugar onde deve estar”.
Para o futuro, o presidente refere que vai procurar reforçar a equipa com vista à próxima época, sendo para isso essencial um diálogo com a autarquia e a Junta de Freguesia, no sentido de se obterem apoios compatíveis com os desafios que se avizinham, ou seja, da participação num escalão superior.
Theres Oliveira, jogador da Boa Esperança
“Vitória da humildade”
Uma das grandes figuras do encontro foi o brasileiro Theres Oliveira, autor de 4 golos. Uma mão quase cheia que, decididamente muito contribuiu para o triunfo dos visitantes. No fim do jogo, era o espelho da alegria de um grande desafio alcançado, considerando que esta foi “uma vitória merecida, para a qual todos contribuíram”, salientando ”a união do grupo ao longo da prova”. Para Theres, a chave do sucesso foi “a humildade com que a equipa sempre encarou a competição”, destacando também a evolução positiva da modalidade no distrito de Castelo Branco.Para a próxima época, Theres não quis adiantar se iria ou não continuar a vestir a camisola laranja da Boa Esperança.
6º TORNEIO INTERNACIONAL DE SUB-15 DE IDANHA-A-NOVA
Leõezinhos quebram hegemonia colchonera
Atlético de Madrid, Sporting CP, SL Benfica e Boavista disputaram no último fim-de-semana a 6ª Edição do Torneio Internacional de Idanha-a-Nova na categoria de iniciados.
Este ano no formato de quadrangular, o quadro de competitivo foi reduzido a 4 jogos, duas meias-finais, disputadas no sábado, e o jogo de apuramento de 3º e 4º lugar e a final que decorreram na manhã de um domingo chuvoso.
No primeiro jogo de sábado, o Sporting CP não encontrou grande oposição e bateu o SL Benfica, que este ano se deslocou pela primeira vez a Idanha-a-Nova, cumprindo um desejo antigo do presidente da autarquia local, por 3-0. Já na outra meia-final, tal como se previa, o Atlético Madrid, que ganhou as três edições anteriores da prova, bateu o Boavista por 2-0.
No domingo, dia de todas as decisões, a manhã desportiva começou com o apuramento do 3º e 4º classificado, onde o Boavista acabou por conquistar o último lugar do pódio ao bater o Benfica por 13-12 (!!!) no desempate por grandes penalidades, isto depois de se ter registado um empate a uma bola no tempo regulamentar, num jogo em que os encarnados dominaram mais e marcaram ainda na primeira parte, por intermédio de Sancidino Silva, com os axadrezados a chegarem ao empate a um minuto do final, obrigando assim ao desempate da marca dos 11 metros. Para se chegar ao nome do 3º classificado foram precisos, nada mais, nada menos, que 30 grandes penalidades, sendo aí mais felizes os boavisteiros.
Estádio Municipal de Idanha-a-Nova
Árbitro- Tiago Gonçalves, auxiliado por Gonçalo Carreira e Ricardo Fernandes, de Castelo Branco
Boavista FC- Tiago Pinto, Daniel Almeida, Tiago Ferreira, Bruno Rocha, Diogo Almeida, Gil Compota, Diogo Marques, Tito Sá, Ruben Bastos, Mário Pereira e Rafael Sardinha
Foram ainda utilizados neste torneio- João Borges, Flávio Cardoso, Tiago Gomes, Zé Martins, Zé Pedro, Filipe Ferreira e Luciano Couto
Treinador- Mário João
SL Benfica- Ângelo Martins, Bruno Gaspar, João Ramos, Pedro Almeida, Daniel Martins, José Santos, Miguel Herlein, Pedro Dias, Marco Grilo, André Costa e Sancidino Silva
Foram ainda utilizados neste torneio- Tomás Terras, Gonçalo Dias, Rodrigo Parreira e Pape Bakary
Treinador- Luís Araújo
Disciplina- Cartão amarelo a Pedro Dias aos 52 e Pedro Almeida aos 67
Marcadores- Zé Martins aos 69; Sancidino Silva aos 26
No jogo do título, foi igualmente necessário recorrer às grandes penalidades para apurar o vencedor. Sérgio Miguel adiantou os leões no marcador logo aos 11 minutos, mas os colchoneros deram a volta com golos de Sérgio aos 34 e Cedric aos 49. O jogo foi sempre muito emotivo, com maior ascendente dos espanhóis, mas algumas situações desperdiçadas acabaram por permitir ao Sporting empatar a contenda a 5 minutos do final com um magnífico golo olímpico de Pedro Farinha. Nos penalties, os falhanços de Domenech e Valencia retiraram ao Atlético a possibilidade de repetir o que havia conseguido nos últimos três anos, levando desta vez o maior troféu a equipa de Alvalade.
Neste Torneio foram ainda distinguidos Mateus Fonseca, do Sporting CP, como o melhor jogador, Rafael Veloso, também do Sporting CP, como o melhor guarda-redes e Cedric, do Atlético de Madrid, como o melhor marcador ao apontar 2 golos.
O Boavista recebeu o Troféu Disciplina.
Estádio Municipal de Idanha-a-Nova
Árbitro- Ricardo Fernandes, auxiliado por Gonçalo Carreira e Tiago Gonçalves, de Castelo Branco
Atlético de Madrid- Samir, Cedric, Koke, Domenech, Morata, Sérgio, Luís Sayago, Samu, Mejia, Carpio e Graciano
Foram ainda utilizados neste torneio- Dani, Angel, Valencia, Serrano, Peño, Nestor e Astray
Treinador- Armando De Las Morenas
Sporting CP- Joaquim Oliveira, Pedro Farinha, Paulo Silva, Tiago Feiteira, Sérgio Miguel, Mateus Fonseca, André Cardoso, Wilker Bolonha, João Ferro, João Mário e Hugo Oliveira
Foram ainda utilizados neste torneio- Rafael Veloso, João Freitas, Mateus Coelho, Tiago António, Afonso Figueiredo e Tiago Rodrigues
Treinador- Tiago Capaz
Disciplina- Cartão amarelo a Hugo Oliveira aos 16, Mateus Coelho aos 60 e Tiago Rodrigues aos 65
Marcadores- Sérgio aos 34 e Cedric aos 49; Sérgio Miguel aos 11 e Pedro Farinha aos 65
Armindo Jacinto, vereador da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova
“O Nani também passou por este torneio”
Tribuna Desportiva- Mais um Torneio Internacional, desta vez num formato mais reduzido, porque as contenções de despesas a isso obrigam, mas continuamos a ter aqui um Torneio de excelente qualidade…
Armindo Jacinto- Não é só uma questão de contenção de despesas mas também uma questão de logística do próprio Torneio. Entendemos que quatro equipas dão um outro formato e não temos que andar a distribuir os jogos entre dois campos que ainda são separados por uma grande distância, o que, para as equipas, também não é o melhor. Este ano experimentámos um novo formato, um quadrangular, o que leva a que também não haja uma grande concentração de jogos, sobretudo no sábado. Penso que resultou bem, quer em termos de público, quer em termos daquilo que são os nossos propósitos, que é fomentar o desporto junto dos jovens e dar a conhecer o Concelho de Idanha e a Região Naturtejo que, com esta organização, conseguimos muito bem. Os pais dos atletas vieram à região, ficaram aqui instalados, tivemos oportunidade de fazer junto deles uma promoção muito personalizada, e resultou naquilo que nós queríamos.
TD- Este ano tivemos a participação pela primeira vez do Benfica, há, por ventura, o senão de não estar nenhuma representação da região…
AJ- Penso que não. Este torneio é organizado em colaboração com o Desportivo de Castelo Branco. Temos aqui quatro equipas de topo, o que penso que dignifica o torneio. Neste formato, não termos uma equipa da região, penso que é natural.
TD- Conseguem ter aqui 3 grandes clubes de formação portugueses e também um clube que trabalha bem nessa área no país vizinho…
AJ- Quem sabe se não temos aqui os craques do futuro do futebol internacional… Agora está na ordem do dia o Nani, o Nani já passou por aqui por este torneio, e quem sabe se não estão aqui futuros craques? Nota-se de ano para ano que as equipas têm trazido melhores equipas e, por exemplo, o Atlético de Madrid já considera que os seus jogadores têm, na vinda a Idanha, um prémio pelo seu trabalho ao longo da época. Todos consideram este torneio uma excelente iniciativa.
TD- À parte do torneio, o clube local, o União Idanhense vive neste momento uma situação difícil e está com dificuldades em formar uma equipa sénior para participar no próximo distrital…
AJ- Nós entendemos que o futebol na nossa região tem que ser uma actividade de formação e de lazer, e não podemos pôr a competição dos seniores à frente e descurar a formação. Acredito que o Clube União Idanhense irá encontrar uma boa forma de funcionar nesta perspectiva e a Câmara Municipal estará sempre disponível para ajudar como até aqui.
TD- Na perspectiva da autarquia é preferível parar com os seniores, nem que seja por um ano, e apostar na formação?AJ- À semelhança do que outros clubes fizeram, estabilizando a formação, consegue-se encontrar o equilíbrio, porque senão, estamos a apostar fortemente nos seniores e a deixar para trás os jovens.
Atlético de Madrid, Sporting CP, SL Benfica e Boavista disputaram no último fim-de-semana a 6ª Edição do Torneio Internacional de Idanha-a-Nova na categoria de iniciados.
Este ano no formato de quadrangular, o quadro de competitivo foi reduzido a 4 jogos, duas meias-finais, disputadas no sábado, e o jogo de apuramento de 3º e 4º lugar e a final que decorreram na manhã de um domingo chuvoso.
No primeiro jogo de sábado, o Sporting CP não encontrou grande oposição e bateu o SL Benfica, que este ano se deslocou pela primeira vez a Idanha-a-Nova, cumprindo um desejo antigo do presidente da autarquia local, por 3-0. Já na outra meia-final, tal como se previa, o Atlético Madrid, que ganhou as três edições anteriores da prova, bateu o Boavista por 2-0.
No domingo, dia de todas as decisões, a manhã desportiva começou com o apuramento do 3º e 4º classificado, onde o Boavista acabou por conquistar o último lugar do pódio ao bater o Benfica por 13-12 (!!!) no desempate por grandes penalidades, isto depois de se ter registado um empate a uma bola no tempo regulamentar, num jogo em que os encarnados dominaram mais e marcaram ainda na primeira parte, por intermédio de Sancidino Silva, com os axadrezados a chegarem ao empate a um minuto do final, obrigando assim ao desempate da marca dos 11 metros. Para se chegar ao nome do 3º classificado foram precisos, nada mais, nada menos, que 30 grandes penalidades, sendo aí mais felizes os boavisteiros.
Estádio Municipal de Idanha-a-Nova
Árbitro- Tiago Gonçalves, auxiliado por Gonçalo Carreira e Ricardo Fernandes, de Castelo Branco
Boavista FC- Tiago Pinto, Daniel Almeida, Tiago Ferreira, Bruno Rocha, Diogo Almeida, Gil Compota, Diogo Marques, Tito Sá, Ruben Bastos, Mário Pereira e Rafael Sardinha
Foram ainda utilizados neste torneio- João Borges, Flávio Cardoso, Tiago Gomes, Zé Martins, Zé Pedro, Filipe Ferreira e Luciano Couto
Treinador- Mário João
SL Benfica- Ângelo Martins, Bruno Gaspar, João Ramos, Pedro Almeida, Daniel Martins, José Santos, Miguel Herlein, Pedro Dias, Marco Grilo, André Costa e Sancidino Silva
Foram ainda utilizados neste torneio- Tomás Terras, Gonçalo Dias, Rodrigo Parreira e Pape Bakary
Treinador- Luís Araújo
Disciplina- Cartão amarelo a Pedro Dias aos 52 e Pedro Almeida aos 67
Marcadores- Zé Martins aos 69; Sancidino Silva aos 26
No jogo do título, foi igualmente necessário recorrer às grandes penalidades para apurar o vencedor. Sérgio Miguel adiantou os leões no marcador logo aos 11 minutos, mas os colchoneros deram a volta com golos de Sérgio aos 34 e Cedric aos 49. O jogo foi sempre muito emotivo, com maior ascendente dos espanhóis, mas algumas situações desperdiçadas acabaram por permitir ao Sporting empatar a contenda a 5 minutos do final com um magnífico golo olímpico de Pedro Farinha. Nos penalties, os falhanços de Domenech e Valencia retiraram ao Atlético a possibilidade de repetir o que havia conseguido nos últimos três anos, levando desta vez o maior troféu a equipa de Alvalade.
Neste Torneio foram ainda distinguidos Mateus Fonseca, do Sporting CP, como o melhor jogador, Rafael Veloso, também do Sporting CP, como o melhor guarda-redes e Cedric, do Atlético de Madrid, como o melhor marcador ao apontar 2 golos.
O Boavista recebeu o Troféu Disciplina.
Estádio Municipal de Idanha-a-Nova
Árbitro- Ricardo Fernandes, auxiliado por Gonçalo Carreira e Tiago Gonçalves, de Castelo Branco
Atlético de Madrid- Samir, Cedric, Koke, Domenech, Morata, Sérgio, Luís Sayago, Samu, Mejia, Carpio e Graciano
Foram ainda utilizados neste torneio- Dani, Angel, Valencia, Serrano, Peño, Nestor e Astray
Treinador- Armando De Las Morenas
Sporting CP- Joaquim Oliveira, Pedro Farinha, Paulo Silva, Tiago Feiteira, Sérgio Miguel, Mateus Fonseca, André Cardoso, Wilker Bolonha, João Ferro, João Mário e Hugo Oliveira
Foram ainda utilizados neste torneio- Rafael Veloso, João Freitas, Mateus Coelho, Tiago António, Afonso Figueiredo e Tiago Rodrigues
Treinador- Tiago Capaz
Disciplina- Cartão amarelo a Hugo Oliveira aos 16, Mateus Coelho aos 60 e Tiago Rodrigues aos 65
Marcadores- Sérgio aos 34 e Cedric aos 49; Sérgio Miguel aos 11 e Pedro Farinha aos 65
Armindo Jacinto, vereador da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova
“O Nani também passou por este torneio”
Tribuna Desportiva- Mais um Torneio Internacional, desta vez num formato mais reduzido, porque as contenções de despesas a isso obrigam, mas continuamos a ter aqui um Torneio de excelente qualidade…
Armindo Jacinto- Não é só uma questão de contenção de despesas mas também uma questão de logística do próprio Torneio. Entendemos que quatro equipas dão um outro formato e não temos que andar a distribuir os jogos entre dois campos que ainda são separados por uma grande distância, o que, para as equipas, também não é o melhor. Este ano experimentámos um novo formato, um quadrangular, o que leva a que também não haja uma grande concentração de jogos, sobretudo no sábado. Penso que resultou bem, quer em termos de público, quer em termos daquilo que são os nossos propósitos, que é fomentar o desporto junto dos jovens e dar a conhecer o Concelho de Idanha e a Região Naturtejo que, com esta organização, conseguimos muito bem. Os pais dos atletas vieram à região, ficaram aqui instalados, tivemos oportunidade de fazer junto deles uma promoção muito personalizada, e resultou naquilo que nós queríamos.
TD- Este ano tivemos a participação pela primeira vez do Benfica, há, por ventura, o senão de não estar nenhuma representação da região…
AJ- Penso que não. Este torneio é organizado em colaboração com o Desportivo de Castelo Branco. Temos aqui quatro equipas de topo, o que penso que dignifica o torneio. Neste formato, não termos uma equipa da região, penso que é natural.
TD- Conseguem ter aqui 3 grandes clubes de formação portugueses e também um clube que trabalha bem nessa área no país vizinho…
AJ- Quem sabe se não temos aqui os craques do futuro do futebol internacional… Agora está na ordem do dia o Nani, o Nani já passou por aqui por este torneio, e quem sabe se não estão aqui futuros craques? Nota-se de ano para ano que as equipas têm trazido melhores equipas e, por exemplo, o Atlético de Madrid já considera que os seus jogadores têm, na vinda a Idanha, um prémio pelo seu trabalho ao longo da época. Todos consideram este torneio uma excelente iniciativa.
TD- À parte do torneio, o clube local, o União Idanhense vive neste momento uma situação difícil e está com dificuldades em formar uma equipa sénior para participar no próximo distrital…
AJ- Nós entendemos que o futebol na nossa região tem que ser uma actividade de formação e de lazer, e não podemos pôr a competição dos seniores à frente e descurar a formação. Acredito que o Clube União Idanhense irá encontrar uma boa forma de funcionar nesta perspectiva e a Câmara Municipal estará sempre disponível para ajudar como até aqui.
TD- Na perspectiva da autarquia é preferível parar com os seniores, nem que seja por um ano, e apostar na formação?AJ- À semelhança do que outros clubes fizeram, estabilizando a formação, consegue-se encontrar o equilíbrio, porque senão, estamos a apostar fortemente nos seniores e a deixar para trás os jovens.
AD ALBICASTRENSE- 23 SENHORA DA HORA- 23
Albicastrense termina no pódio
Pavilhão Municipal de Castelo Branco
Árbitros- António Guilherme e Jorge Nunes, de Coimbra
AD Albicastrense- Ricardo Sousa, Pedro Mendes e João Poças, Martin Gomes, Luís Gama (6), Pedro Sanches (1), Tiago Santos (2), João Fialho (6), Luís Robalo (1), Bruno Roberto (1), Filipe Pereira (4), Maximiano Ribeiro (2) e Daniel Pereira
Treinador- José Curto
Senhora da Hora- Virgílio Pinto, Alfa So (4), João Lopes (3), Nuno Moreira, Rui Moreira (9), José Martingo (1), Augusto Silveira, Paulo Coelho, Ricardo Moreira (1), Jorge Pinto (2), Abílio Pinho (3), Paulo Moura e Fernando Pereira
Treinador- Evaristo Ribeiro
Marcador ao intervalo- 11-10
Com o 3º lugar em jogo nesta última jornada da fase final da 1ª Divisão, Associação Desportiva Albicastrense e Senhora da Hora encontravam-se com o mesmo número de pontos na tabela classificativa, mas com o empate a servir as pretensões dos azuis, uma vez que, na 1ª volta, tinham vencido o mesmo adversário na deslocação à cidade do Porto.
Sempre disputado sobre uma toada de grande equilíbrio, a ADA entrou melhor, mas depois da primeira desvantagem aos 6 minutos (2-3), só mesmo nos instantes finais da primeira metade a equipa da casa conseguiu voltar à frente do placard chegando ao descanso a vencer tangencialmente por 11-10.
Era um jogo que as duas equipas faziam questão de ganhar para garantir o último lugar do pódio, e isso notava-se na garra posta ao serviço do jogo por uns e por outros, mas seriam os visitantes a entrar melhor e a conseguir inverter o resultado do intervalo, passando a ganhar por 12-14 aos 7 minutos da etapa complementar.
Depois deste volte-face veio o melhor período dos locais que viraram o jogo a seu favor, primeiro com um 16-14, aos 11 minutos, e depois 20-18 aos 21 minutos. Nesta fase, quando faltavam disputar apenas nove minutos, a Albicastrense parecia ter o jogo controlado, mas depois de desperdiçar dois ataques para dilatar a vantagem para números que podiam ser inalcançáveis ao adversário, eis que tudo se complicou nos últimos instantes.
Os derradeiros 2 minutos foram emocionantes q.b., e quando os azuis fizeram o 23-22 a poucos segundos do final tudo parecia resolvido, mas o empate foi rápido e uma perda de bola da ADA nos últimos cinco segundos quase que permitia aos portuenses vencerem o jogo e “roubar” um lugar honroso a uma equipa que, pelo que fez ao longo da temporada e, especialmente se tivermos em atenção que é uma equipa em que metade dos jogadores só se encontra para os jogos, teve neste 3º lugar um prémio merecido.O árbitro António Guilherme, que habitualmente é acompanhado por Marco José, desta vez fez dupla com Jorge Nunes, e bem se pode queixar do chorrilho de asneiras provocado pelo seu colega. Mesmo num jogo que valia um 3º lugar, António Guilherme teria feito melhor o trabalho sozinho…
Pavilhão Municipal de Castelo Branco
Árbitros- António Guilherme e Jorge Nunes, de Coimbra
AD Albicastrense- Ricardo Sousa, Pedro Mendes e João Poças, Martin Gomes, Luís Gama (6), Pedro Sanches (1), Tiago Santos (2), João Fialho (6), Luís Robalo (1), Bruno Roberto (1), Filipe Pereira (4), Maximiano Ribeiro (2) e Daniel Pereira
Treinador- José Curto
Senhora da Hora- Virgílio Pinto, Alfa So (4), João Lopes (3), Nuno Moreira, Rui Moreira (9), José Martingo (1), Augusto Silveira, Paulo Coelho, Ricardo Moreira (1), Jorge Pinto (2), Abílio Pinho (3), Paulo Moura e Fernando Pereira
Treinador- Evaristo Ribeiro
Marcador ao intervalo- 11-10
Com o 3º lugar em jogo nesta última jornada da fase final da 1ª Divisão, Associação Desportiva Albicastrense e Senhora da Hora encontravam-se com o mesmo número de pontos na tabela classificativa, mas com o empate a servir as pretensões dos azuis, uma vez que, na 1ª volta, tinham vencido o mesmo adversário na deslocação à cidade do Porto.
Sempre disputado sobre uma toada de grande equilíbrio, a ADA entrou melhor, mas depois da primeira desvantagem aos 6 minutos (2-3), só mesmo nos instantes finais da primeira metade a equipa da casa conseguiu voltar à frente do placard chegando ao descanso a vencer tangencialmente por 11-10.
Era um jogo que as duas equipas faziam questão de ganhar para garantir o último lugar do pódio, e isso notava-se na garra posta ao serviço do jogo por uns e por outros, mas seriam os visitantes a entrar melhor e a conseguir inverter o resultado do intervalo, passando a ganhar por 12-14 aos 7 minutos da etapa complementar.
Depois deste volte-face veio o melhor período dos locais que viraram o jogo a seu favor, primeiro com um 16-14, aos 11 minutos, e depois 20-18 aos 21 minutos. Nesta fase, quando faltavam disputar apenas nove minutos, a Albicastrense parecia ter o jogo controlado, mas depois de desperdiçar dois ataques para dilatar a vantagem para números que podiam ser inalcançáveis ao adversário, eis que tudo se complicou nos últimos instantes.
Os derradeiros 2 minutos foram emocionantes q.b., e quando os azuis fizeram o 23-22 a poucos segundos do final tudo parecia resolvido, mas o empate foi rápido e uma perda de bola da ADA nos últimos cinco segundos quase que permitia aos portuenses vencerem o jogo e “roubar” um lugar honroso a uma equipa que, pelo que fez ao longo da temporada e, especialmente se tivermos em atenção que é uma equipa em que metade dos jogadores só se encontra para os jogos, teve neste 3º lugar um prémio merecido.O árbitro António Guilherme, que habitualmente é acompanhado por Marco José, desta vez fez dupla com Jorge Nunes, e bem se pode queixar do chorrilho de asneiras provocado pelo seu colega. Mesmo num jogo que valia um 3º lugar, António Guilherme teria feito melhor o trabalho sozinho…
IV TORNEIO DE FUTEBOL DE 7 DA ARCB VALONGO
Forasteiros levam troféus
Foi um dia em cheio para o futebol juvenil da Associação Recreativa e Cultural do Bairro do Valongo.
A IV edição do torneio de futebol de 7 para escolas e infantis organizado pelo clube albicastrense foi um sucesso, tanto a nível organizativo como desportivo.
O dia começou bem cedo com um jogo amigável entre a equipa de escolas C e os pré-competitivos da casa, Os Valonguinhos, encontro que acabou com vitória dos mais velhinhos por 11-0, e prosseguiu com as partidas já integradas no quadro competitivo.
No escalão de escolas, a equipa A do Valongo bateu sem dificuldade a B por esclarecedores 6-0. O Desportivo de Castelo Branco apresentou-se com a equipa B, também ela desfalcada de duas unidades importantes que representaram o Sporting CP no Torneio da Covilhã, e perdeu por 4-1 com a Académica de Santarém.
Nos infantis, ao contrário do que aconteceu nos mais novos, a equipa A da casa perdeu com a B por números que não deixam dúvidas: 4-0. Já no segundo encontro o resultado foi bem mais equilibrado. Num jogo entre equipas convidadas, o CAD Entroncamento venceu pela margem mínima, 3-2, a outra equipa da nossa região, o Sporting da Covilhã.
Desta forma estavam escalonados os encontros decisivos que decorreram já durante a tarde de um sábado com condições meteorológicas nada favoráveis para a prática do futebol, o que não impediu que se registasse uma boa moldura humana nas bancadas do Complexo Desportivo do Bairro do Valongo.
Nas escolas, no apuramento do 3º e 4º classificado, o Valongo B derrotou o Desportivo de Castelo Branco por 4-3 no desempate por grandes penalidades depois do 4-4 no final do tempo regulamentar, alcançando assim o último lugar do pódio.
E no jogo decisivo foi a Académica de Santarém que não deu hipóteses à equipa da casa, conquistando o troféu em disputa com um resultado de 7-1.
Nos infantis, a equipa A da casa acabou por conseguir o 3º lugar, ao bater sem grandes dificuldades o Sporting da Covilhã por 5-1.
Na grande final a equipa B do Valongo também não conseguiu vencer, sendo derrotada pelo CAD Entroncamento por 6-2.
Ao contrário do que tinha acontecido no último ano, em que o Valongo ganhou as duas categorias, desta vez foram as equipas de mais longe que acabaram por levar os troféus.
Para mais tarde recordar ficam os nomes dos jogadores das seis equipas do nosso distrito que participaram na edição deste ano do Torneio de Futebol de 7 da ARCB Valongo:
ARCB Valongo A Escolas- Daniel Nascimento, Gonçalo Rocha, Miguel Polido, Micael Pires, Daniel Nunes, Bernardo Monteiro, Flávio Garcia, André Hormigo, Daniel Cabrito, João Pedro Costa, Bruno Hormigo, Fábio Vilela, Eduardo Quiteres e João Dias
Treinador- Miguel Bastos
ARCB Valongo B Escolas- Alexandre Balhas, Ricardo Lourenço, João Neto, Pedro Soares, António Vilas Boas, Pedro Freixo, Bruno Martins, Joel Matias, Pedro Lopes. Duarte Mesquita, Ted Carvalho, David Garcia e João Salavessa
Treinador- Nuno Carreiro
Desportivo CB Escolas- Francisco Matos, Miguel Ramalho, Diogo Pires, Afonso Cardoso, Tiago Belo, João Moreira, Nélson Reis, Ivan Zarro, João Marques, Francisco Nascimento, Francisco Seixas, Miguel Lourenço, Miguel Almeida e Miguel Pires
Treinador- Miguel Ângelo
ARCB Valongo A Infantis- João Sérgio, Ricardo Sapeta, João Mateus, Francisco Martins, Ronan Neto, Fábio Santos, Tiago Nabais, John Lopez, Guilherme Rosa, Joel Barroso, Luís Mira, João Nabais e Filipe Sousa
Treinador- Luís Duarte
ARCB Valongo B Infantis- Roberto Santos, Leandro Raposo, António Gertrudes, Afonso Dias, Marco Pereira, Frederico Campos, Bernardo Carreiro, Elienai Guedes, Gonçalo Nunes, Eduardo Lourenço, Guilherme Jorge, João Luís, David Benchior e Fábio Gonçalves
Treinador- José Carlos
Sporting da Covilhã Infantis- João Batista, Ruben Tomaz, Miguel Jesus, Bernardo Painho, Ruben Craveiro, André Craveiro, Filipe Gaspar, João Agostinho, Ivo Tomaz, Igor Abreu, Jeremy Gomes, João Catela, Tiago Dias e João Luís
Treinador- Miguel Bastos
Discurso directo- Luís Duarte, coordenador do futebol juvenil da ARCB Valongo- “Todas as equipas saíram daqui satisfeitas, tendo elogiado a organização. Relativamente à parte desportiva, esta pautou-se pelo fair-play. Penso que é um torneio que tem pernas para andar, podendo ser alargado a mais equipas e a mais dias de competição. Considero ainda que este torneio é já uma referência na cidade de Castelo Branco ao nível do futebol de formação”.
Joaquim Neto, presidente da ARCB Valongo
“Faltam campos para os miúdos treinarem e jogarem”
Tribuna Desportiva- Mais uma edição de um Torneio que já é uma referência na região, no entanto sabemos que há perspectivas de englobar esta iniciativa no Programa Comunitário INTERREG III, o que possibilita a vinda de equipas de cidades espanholas e também clubes de topo nacionais. É uma proposta para avançar no próximo ano?
Joaquim Neto- Neste momento ainda não posso dar garantias sobre isso, mas é nossa intenção que o torneio passe a ter outro gabarito. Todos os anos vimos melhorando, estamos numa parceria com a Junta de Freguesia de Castelo Branco, mas isto envolve meios, recursos e vamos tentar estudar a possibilidade de, no próximo ano, com mais tempo, fazermos uma coisa com outro nível, com equipas não só portuguesas, mas também, eventualmente, espanholas.
TD- Mas continua um torneio de escolas e infantis?
JN- Sim. Eu acho que devemos começar por aí, porque há um grande número de atletas na nossa cidade nestes escalões, e já existe uma grande qualidade, quer no trabalho que se desenvolve, quer no valor dos atletas. Isto é fruto também do trabalho que é feito nos vários clubes nestes escalões. Nós fomos sempre dominados pelos clubes mais a norte mas, neste momento, por exemplo o Valongo e o Desportivo, já jogam de igual para igual com as outras equipas. É importante que se faça um trabalho sério nestes escalões.
TD- Outra aposta para a próxima temporada é o surgimento de uma equipa de juvenis…JN- Chegou o momento certo de avançar com mais um escalão. Muitas vezes não é o só o formar mais um escalão, é também toda a logística necessária, porque Castelo Branco vive neste momento um grande problema em termos de espaços para treinar, porque são muitas equipas, o nosso relvado, pelo facto de ser relva natural, cria-nos algumas dificuldades porque tem uma utilização excessiva. Os campos da Zona de Lazer, nas horas mais procuradas, são utilizados e sobrecarregados por muitas equipas, o que é compreensível, e na cidade não há mais! Li na Comunicação Social que vão ser construídos mais sintéticos e eu deixo o apelo a quem decide para, se for possível fazer um com as dimensões de futebol de 7, eu acho que vinha dar uma preciosa ajuda a todos os clubes, porque na cidade temos muitos polidesportivos sintéticos mas que não têm dimensões oficiais. Os clubes fazem um esforço enorme para que tudo isto funcione, e depois debatemo-nos com o enorme problema, que não devia ser problema, do espaço físico! Eu já estou a imaginar como vai ser a próxima época. São novas equipas a surgir e depois temos outro problema: nós temos os miúdos, mas se eles não entram em competição acaba por ser desmotivante! Os miúdos gostam de competir, mas para isso tem que haver campos! Chegam-se a fazer jogos às 9 da manhã… como é compreensível, um miúdo para jogar às 9, tem que se levantar às 6 horas para tomar o pequeno-almoço e fazer a digestão. Isto não é aceitável e tem que ser pensado.
Foi um dia em cheio para o futebol juvenil da Associação Recreativa e Cultural do Bairro do Valongo.
A IV edição do torneio de futebol de 7 para escolas e infantis organizado pelo clube albicastrense foi um sucesso, tanto a nível organizativo como desportivo.
O dia começou bem cedo com um jogo amigável entre a equipa de escolas C e os pré-competitivos da casa, Os Valonguinhos, encontro que acabou com vitória dos mais velhinhos por 11-0, e prosseguiu com as partidas já integradas no quadro competitivo.
No escalão de escolas, a equipa A do Valongo bateu sem dificuldade a B por esclarecedores 6-0. O Desportivo de Castelo Branco apresentou-se com a equipa B, também ela desfalcada de duas unidades importantes que representaram o Sporting CP no Torneio da Covilhã, e perdeu por 4-1 com a Académica de Santarém.
Nos infantis, ao contrário do que aconteceu nos mais novos, a equipa A da casa perdeu com a B por números que não deixam dúvidas: 4-0. Já no segundo encontro o resultado foi bem mais equilibrado. Num jogo entre equipas convidadas, o CAD Entroncamento venceu pela margem mínima, 3-2, a outra equipa da nossa região, o Sporting da Covilhã.
Desta forma estavam escalonados os encontros decisivos que decorreram já durante a tarde de um sábado com condições meteorológicas nada favoráveis para a prática do futebol, o que não impediu que se registasse uma boa moldura humana nas bancadas do Complexo Desportivo do Bairro do Valongo.
Nas escolas, no apuramento do 3º e 4º classificado, o Valongo B derrotou o Desportivo de Castelo Branco por 4-3 no desempate por grandes penalidades depois do 4-4 no final do tempo regulamentar, alcançando assim o último lugar do pódio.
E no jogo decisivo foi a Académica de Santarém que não deu hipóteses à equipa da casa, conquistando o troféu em disputa com um resultado de 7-1.
Nos infantis, a equipa A da casa acabou por conseguir o 3º lugar, ao bater sem grandes dificuldades o Sporting da Covilhã por 5-1.
Na grande final a equipa B do Valongo também não conseguiu vencer, sendo derrotada pelo CAD Entroncamento por 6-2.
Ao contrário do que tinha acontecido no último ano, em que o Valongo ganhou as duas categorias, desta vez foram as equipas de mais longe que acabaram por levar os troféus.
Para mais tarde recordar ficam os nomes dos jogadores das seis equipas do nosso distrito que participaram na edição deste ano do Torneio de Futebol de 7 da ARCB Valongo:
ARCB Valongo A Escolas- Daniel Nascimento, Gonçalo Rocha, Miguel Polido, Micael Pires, Daniel Nunes, Bernardo Monteiro, Flávio Garcia, André Hormigo, Daniel Cabrito, João Pedro Costa, Bruno Hormigo, Fábio Vilela, Eduardo Quiteres e João Dias
Treinador- Miguel Bastos
ARCB Valongo B Escolas- Alexandre Balhas, Ricardo Lourenço, João Neto, Pedro Soares, António Vilas Boas, Pedro Freixo, Bruno Martins, Joel Matias, Pedro Lopes. Duarte Mesquita, Ted Carvalho, David Garcia e João Salavessa
Treinador- Nuno Carreiro
Desportivo CB Escolas- Francisco Matos, Miguel Ramalho, Diogo Pires, Afonso Cardoso, Tiago Belo, João Moreira, Nélson Reis, Ivan Zarro, João Marques, Francisco Nascimento, Francisco Seixas, Miguel Lourenço, Miguel Almeida e Miguel Pires
Treinador- Miguel Ângelo
ARCB Valongo A Infantis- João Sérgio, Ricardo Sapeta, João Mateus, Francisco Martins, Ronan Neto, Fábio Santos, Tiago Nabais, John Lopez, Guilherme Rosa, Joel Barroso, Luís Mira, João Nabais e Filipe Sousa
Treinador- Luís Duarte
ARCB Valongo B Infantis- Roberto Santos, Leandro Raposo, António Gertrudes, Afonso Dias, Marco Pereira, Frederico Campos, Bernardo Carreiro, Elienai Guedes, Gonçalo Nunes, Eduardo Lourenço, Guilherme Jorge, João Luís, David Benchior e Fábio Gonçalves
Treinador- José Carlos
Sporting da Covilhã Infantis- João Batista, Ruben Tomaz, Miguel Jesus, Bernardo Painho, Ruben Craveiro, André Craveiro, Filipe Gaspar, João Agostinho, Ivo Tomaz, Igor Abreu, Jeremy Gomes, João Catela, Tiago Dias e João Luís
Treinador- Miguel Bastos
Discurso directo- Luís Duarte, coordenador do futebol juvenil da ARCB Valongo- “Todas as equipas saíram daqui satisfeitas, tendo elogiado a organização. Relativamente à parte desportiva, esta pautou-se pelo fair-play. Penso que é um torneio que tem pernas para andar, podendo ser alargado a mais equipas e a mais dias de competição. Considero ainda que este torneio é já uma referência na cidade de Castelo Branco ao nível do futebol de formação”.
Joaquim Neto, presidente da ARCB Valongo
“Faltam campos para os miúdos treinarem e jogarem”
Tribuna Desportiva- Mais uma edição de um Torneio que já é uma referência na região, no entanto sabemos que há perspectivas de englobar esta iniciativa no Programa Comunitário INTERREG III, o que possibilita a vinda de equipas de cidades espanholas e também clubes de topo nacionais. É uma proposta para avançar no próximo ano?
Joaquim Neto- Neste momento ainda não posso dar garantias sobre isso, mas é nossa intenção que o torneio passe a ter outro gabarito. Todos os anos vimos melhorando, estamos numa parceria com a Junta de Freguesia de Castelo Branco, mas isto envolve meios, recursos e vamos tentar estudar a possibilidade de, no próximo ano, com mais tempo, fazermos uma coisa com outro nível, com equipas não só portuguesas, mas também, eventualmente, espanholas.
TD- Mas continua um torneio de escolas e infantis?
JN- Sim. Eu acho que devemos começar por aí, porque há um grande número de atletas na nossa cidade nestes escalões, e já existe uma grande qualidade, quer no trabalho que se desenvolve, quer no valor dos atletas. Isto é fruto também do trabalho que é feito nos vários clubes nestes escalões. Nós fomos sempre dominados pelos clubes mais a norte mas, neste momento, por exemplo o Valongo e o Desportivo, já jogam de igual para igual com as outras equipas. É importante que se faça um trabalho sério nestes escalões.
TD- Outra aposta para a próxima temporada é o surgimento de uma equipa de juvenis…JN- Chegou o momento certo de avançar com mais um escalão. Muitas vezes não é o só o formar mais um escalão, é também toda a logística necessária, porque Castelo Branco vive neste momento um grande problema em termos de espaços para treinar, porque são muitas equipas, o nosso relvado, pelo facto de ser relva natural, cria-nos algumas dificuldades porque tem uma utilização excessiva. Os campos da Zona de Lazer, nas horas mais procuradas, são utilizados e sobrecarregados por muitas equipas, o que é compreensível, e na cidade não há mais! Li na Comunicação Social que vão ser construídos mais sintéticos e eu deixo o apelo a quem decide para, se for possível fazer um com as dimensões de futebol de 7, eu acho que vinha dar uma preciosa ajuda a todos os clubes, porque na cidade temos muitos polidesportivos sintéticos mas que não têm dimensões oficiais. Os clubes fazem um esforço enorme para que tudo isto funcione, e depois debatemo-nos com o enorme problema, que não devia ser problema, do espaço físico! Eu já estou a imaginar como vai ser a próxima época. São novas equipas a surgir e depois temos outro problema: nós temos os miúdos, mas se eles não entram em competição acaba por ser desmotivante! Os miúdos gostam de competir, mas para isso tem que haver campos! Chegam-se a fazer jogos às 9 da manhã… como é compreensível, um miúdo para jogar às 9, tem que se levantar às 6 horas para tomar o pequeno-almoço e fazer a digestão. Isto não é aceitável e tem que ser pensado.
ORGANIZAÇÃO DA PROVA DE CASTELO BRANCO DO TROFÉU INTER-REGIONAL DE AUTORCROSS/KARTCROSS E MOTO 4 ENTREGA RECEITA
Santa Casa das Sarzedas recebe ajuda
Como o prometido é devido, a organização da etapa de Castelo Branco do Troféu Inter-Regional de Autocross/Kartcross e Moto 4, que decorreu no passado dia 3, entregou na última quinta-feira a verba apurada durante a prova à Provedora da Santa Casa da Misericórdia das Sarzedas. Depois de subtrair os 1580 euros de despesas aos 2267 apurados entre inscrições e bilheteira, Hélder Esteves, representante do grupo de sócios da Escuderia Castelo Branco, entregou 687 euros à Provedora Marília Nogueira.
Na ocasião, o organizador referiu que “a receita apurada está dentro das expectativas, já que tivemos muitas pessoas, muitos participantes e tudo correu bem”. Hélder Esteves acrescentou ainda que “pensamos manter iniciativas do género até porque há muitos desportos de carros e motos que podem ser explorados”.
Já Marília Nogueira deixou “os agradecimentos a uma iniciativa que dá projecção. Sentimos que os organizadores queriam ajudar mais, mas o que vale é a intenção, já que este dinheiro também contribui para ajudar muitos idosos que vivem isolados”.Recorde-se que a verba agora entregue é destinada às obras do Lar da 3ª Idade da Santa Casa da Misericórdia das Sarzedas.
Como o prometido é devido, a organização da etapa de Castelo Branco do Troféu Inter-Regional de Autocross/Kartcross e Moto 4, que decorreu no passado dia 3, entregou na última quinta-feira a verba apurada durante a prova à Provedora da Santa Casa da Misericórdia das Sarzedas. Depois de subtrair os 1580 euros de despesas aos 2267 apurados entre inscrições e bilheteira, Hélder Esteves, representante do grupo de sócios da Escuderia Castelo Branco, entregou 687 euros à Provedora Marília Nogueira.
Na ocasião, o organizador referiu que “a receita apurada está dentro das expectativas, já que tivemos muitas pessoas, muitos participantes e tudo correu bem”. Hélder Esteves acrescentou ainda que “pensamos manter iniciativas do género até porque há muitos desportos de carros e motos que podem ser explorados”.
Já Marília Nogueira deixou “os agradecimentos a uma iniciativa que dá projecção. Sentimos que os organizadores queriam ajudar mais, mas o que vale é a intenção, já que este dinheiro também contribui para ajudar muitos idosos que vivem isolados”.Recorde-se que a verba agora entregue é destinada às obras do Lar da 3ª Idade da Santa Casa da Misericórdia das Sarzedas.
CONVÍVIO DE FIM DE ÉPOCA
Escolas Dês do Desportivo CB encerram época à mesa
A equipa D da categoria de Escolas do Desportivo de Castelo Branco encerrou a temporada de estreia nos Distritais da Associação de Futebol com um convívio que envolveu os jovens atletas e respectivas famílias, o treinador e o presidente do clube.
O programa, que decorreu na última quarta-feira, começou ao final da tarde com um animado jogo de futebol de 7 que opôs os jogadores aos pais, e que terminou com um empate a 9 golos, e prosseguiu com um jantar convívio depois de um banho retemperador.Num restaurante da cidade, os pais tiveram então a oportunidade de desempatar o jogo a seu favor e, no final, foram distribuídas lembranças aos futuros craques que retribuíram com uma oferta ao mister Paulo Santos.
A equipa D da categoria de Escolas do Desportivo de Castelo Branco encerrou a temporada de estreia nos Distritais da Associação de Futebol com um convívio que envolveu os jovens atletas e respectivas famílias, o treinador e o presidente do clube.
O programa, que decorreu na última quarta-feira, começou ao final da tarde com um animado jogo de futebol de 7 que opôs os jogadores aos pais, e que terminou com um empate a 9 golos, e prosseguiu com um jantar convívio depois de um banho retemperador.Num restaurante da cidade, os pais tiveram então a oportunidade de desempatar o jogo a seu favor e, no final, foram distribuídas lembranças aos futuros craques que retribuíram com uma oferta ao mister Paulo Santos.
terça-feira, junho 12, 2007
BOA ESPERANÇA- 4 MOGADOURO- 3
O título está mesmo ali!!!
Pavilhão Municipal da Boa Esperança, Castelo Branco
Árbitros- João Barradas e Paulo Estrada, de Portalegre
Boa Esperança- Hugo Nunes e Francisco Fernandes, Ricardo Machado, Theres Oliveira, André Gonçalves, Daniel Ascensão, Francisco Aragonês, Bruno Barata, Hugo Silveira, Marco Borronha, Valter Borronha e Bruno Neves
Treinador- Humberto Cadete
Mogadouro- Luís Martins, Hippie, Thiego, Tiago Manuel, Tiago Pereira, Jaqueira, Baltar, Bruno Pereira, Gilson, Douglas, Moisés e Rafael
Treinador- Artur Pereira
Disciplina- Cartão amarelo a Theres Oliveira aos 24, Ricardo Machado aos 30 e a Bruno Barata aos 39; Baltar aos 15 e a Gilson, aos 19
Marcadores- Theres Oliveira aos 4, André Gonçalves aos 14 e Daniel Ascensão aos 23 e 39; Tiago Pereira aos 22, Douglas aos 23 e Bruno Pereira aos 32
Numa jornada em que apenas e só a vitória interessava, este jogo entre as duas melhores equipas desta fase de apuramento do campeão nacional da 3ª divisão de futsal, acabou por ter uma ponta final empolgante e que acabou por valer 3 preciosos pontos para a contabilidade da Boa Esperança, quando faltavam escassos cinco segundos para o apito final.
A partida da tarde do último feriado de quinta-feira acabou por ter uns primeiros 20 minutos de total domínio dos da casa que marcaram dois golos mas ficaram a dever a si próprios o facto de poder contar com apenas duas bolas de vantagem para a segunda parte.
Theres Oliveira e André Gonçalves marcaram os golos laranjas mas, além de uma bola na barra enviada por Daniel Ascensão, ainda sobraram ocasiões soberanas de Marco Borronha, Theres e Hugo Silveira.
Para os segundos 20 minutos os transmontanos trouxeram a surpresa de jogar com cinco jogadores de campo logo desde início. Este esquema obrigou os albicastrenses a um esforço suplementar que contaram ainda assim com um Hugo Nunes muito concentrado entre os postes efectuando 3 defesas de elevado grau de dificuldade.
Esta táctica valeu ao Mogadouro um golo logo aos 22 minutos mas apesar de Daniel Ascensão repor a diferença no minuto seguinte, logo na resposta, quando ainda se comemorava o golo, os nortenhos voltaram a reduzir para a margem mínima. E corria o minuto 32 quando o empate chegou por intermédio de Bruno Pereira. Tudo estava em aberto e o resultado final era, naturalmente uma incógnita. E quando, a 2 minutos do final o Mogadouro beneficiou de um livre de 10 metros parecia que a história ia acabar mal, mas também nesta altura Hugo Nunes estava lá.
Era um final impróprio para cardíacos, e depois de, já no último minuto, a bola esbarrar no poste dos da casa, acabaria por ser Daniel Ascensão a decidir, quando faltavam qualquer coisa como cinco segundos para o final…
Uma vitória arrancada a ferros mas que se justifica pelo que a Boa Esperança trabalhou defensivamente na 2ª parte e porque acreditou literalmente até ao último segundo que podia chegar aos 3 pontos e, simultaneamente à liderança desta fase da prova.
Já no domingo as coisas voltaram a correr bem para os albicastrenses. Na visita a Aveiro, a Boa Esperança venceu por 8-3 o que lhe permite manter a vantagem de dois pontos sobre o Mogadouro, que na penúltima jornada também bateu o Vitória dos Olivais por 11-7.À entrada para a última jornada a equipa de Castelo Branco está dois pontos na frente do Mogadouro, pelo que uma vitória no próximo sábado na deslocação aos Olivais dará automaticamente o título de Campeão Nacional da 3ª Divisão. O empate também pode servir, mas para que se possa fazer a festa com o ponto da última jornada é necessário que o Mogadouro não vença por mais de 3 golos de diferença na deslocação ao terreno do Beira-Mar. Mas para evitar máquinas de calcular, o melhor mesmo é ganhar nos Olivais para não ser necessário esperar por um deslize da equipa de Trás-os-Montes.
Pavilhão Municipal da Boa Esperança, Castelo Branco
Árbitros- João Barradas e Paulo Estrada, de Portalegre
Boa Esperança- Hugo Nunes e Francisco Fernandes, Ricardo Machado, Theres Oliveira, André Gonçalves, Daniel Ascensão, Francisco Aragonês, Bruno Barata, Hugo Silveira, Marco Borronha, Valter Borronha e Bruno Neves
Treinador- Humberto Cadete
Mogadouro- Luís Martins, Hippie, Thiego, Tiago Manuel, Tiago Pereira, Jaqueira, Baltar, Bruno Pereira, Gilson, Douglas, Moisés e Rafael
Treinador- Artur Pereira
Disciplina- Cartão amarelo a Theres Oliveira aos 24, Ricardo Machado aos 30 e a Bruno Barata aos 39; Baltar aos 15 e a Gilson, aos 19
Marcadores- Theres Oliveira aos 4, André Gonçalves aos 14 e Daniel Ascensão aos 23 e 39; Tiago Pereira aos 22, Douglas aos 23 e Bruno Pereira aos 32
Numa jornada em que apenas e só a vitória interessava, este jogo entre as duas melhores equipas desta fase de apuramento do campeão nacional da 3ª divisão de futsal, acabou por ter uma ponta final empolgante e que acabou por valer 3 preciosos pontos para a contabilidade da Boa Esperança, quando faltavam escassos cinco segundos para o apito final.
A partida da tarde do último feriado de quinta-feira acabou por ter uns primeiros 20 minutos de total domínio dos da casa que marcaram dois golos mas ficaram a dever a si próprios o facto de poder contar com apenas duas bolas de vantagem para a segunda parte.
Theres Oliveira e André Gonçalves marcaram os golos laranjas mas, além de uma bola na barra enviada por Daniel Ascensão, ainda sobraram ocasiões soberanas de Marco Borronha, Theres e Hugo Silveira.
Para os segundos 20 minutos os transmontanos trouxeram a surpresa de jogar com cinco jogadores de campo logo desde início. Este esquema obrigou os albicastrenses a um esforço suplementar que contaram ainda assim com um Hugo Nunes muito concentrado entre os postes efectuando 3 defesas de elevado grau de dificuldade.
Esta táctica valeu ao Mogadouro um golo logo aos 22 minutos mas apesar de Daniel Ascensão repor a diferença no minuto seguinte, logo na resposta, quando ainda se comemorava o golo, os nortenhos voltaram a reduzir para a margem mínima. E corria o minuto 32 quando o empate chegou por intermédio de Bruno Pereira. Tudo estava em aberto e o resultado final era, naturalmente uma incógnita. E quando, a 2 minutos do final o Mogadouro beneficiou de um livre de 10 metros parecia que a história ia acabar mal, mas também nesta altura Hugo Nunes estava lá.
Era um final impróprio para cardíacos, e depois de, já no último minuto, a bola esbarrar no poste dos da casa, acabaria por ser Daniel Ascensão a decidir, quando faltavam qualquer coisa como cinco segundos para o final…
Uma vitória arrancada a ferros mas que se justifica pelo que a Boa Esperança trabalhou defensivamente na 2ª parte e porque acreditou literalmente até ao último segundo que podia chegar aos 3 pontos e, simultaneamente à liderança desta fase da prova.
Já no domingo as coisas voltaram a correr bem para os albicastrenses. Na visita a Aveiro, a Boa Esperança venceu por 8-3 o que lhe permite manter a vantagem de dois pontos sobre o Mogadouro, que na penúltima jornada também bateu o Vitória dos Olivais por 11-7.À entrada para a última jornada a equipa de Castelo Branco está dois pontos na frente do Mogadouro, pelo que uma vitória no próximo sábado na deslocação aos Olivais dará automaticamente o título de Campeão Nacional da 3ª Divisão. O empate também pode servir, mas para que se possa fazer a festa com o ponto da última jornada é necessário que o Mogadouro não vença por mais de 3 golos de diferença na deslocação ao terreno do Beira-Mar. Mas para evitar máquinas de calcular, o melhor mesmo é ganhar nos Olivais para não ser necessário esperar por um deslize da equipa de Trás-os-Montes.
IV TORNEIO DE FUTEBOL DE 7 DA ARCB VALONGO
Sábado é dia de festa para os mais novos
A Associação Recreativa e Cultural do Bairro do Valongo organiza no próximo sábado, dia 16, o seu torneio de futebol de 7 destinado a Escolas e Infantis.
Esta 4ª edição conta com as participações, para além das equipas da casa, do Desportivo de Castelo Branco e Académica de Santarém, na categoria de Escolas, e CAD Entroncamento e Sporting da Covilhã em Infantis.
O programa tem início às 9 horas com um amigável entre a equipa C de Escolas do Valongo e os pré-competitivos da mesma Associação, Os Valonguinhos. Às 10 horas tem o pontapé de saída a competição de Escolas com o jogo entre as equipas A e B do Valongo e às 11.15 encontram-se o Desportivo de Castelo Branco e a Académica de Santarém. No escalão de Infantis, às 10 horas jogam igualmente as formações A e B do Valongo, sendo que às 11.15 se defrontam o CAD Entroncamento e o Sporting Clube da Covilhã.
À tarde, a partir das 16 horas apuram-se os 3ºs e 4ºs classificados entre os derrotados da manhã, e às 17.15 tem início o programa das finais, com o jogo decisivo de Escolas, que vão opor os vencedores da parte da manhã nos respectivos escalões. Uma hora mais tarde realiza-se a final da competição de Infantis.O programa deste torneio, que conta com a colaboração da Junta de Freguesia de Castelo Branco, termina às 19.30 com um jantar convívio e com a cerimónia de entrega de prémios.
A Associação Recreativa e Cultural do Bairro do Valongo organiza no próximo sábado, dia 16, o seu torneio de futebol de 7 destinado a Escolas e Infantis.
Esta 4ª edição conta com as participações, para além das equipas da casa, do Desportivo de Castelo Branco e Académica de Santarém, na categoria de Escolas, e CAD Entroncamento e Sporting da Covilhã em Infantis.
O programa tem início às 9 horas com um amigável entre a equipa C de Escolas do Valongo e os pré-competitivos da mesma Associação, Os Valonguinhos. Às 10 horas tem o pontapé de saída a competição de Escolas com o jogo entre as equipas A e B do Valongo e às 11.15 encontram-se o Desportivo de Castelo Branco e a Académica de Santarém. No escalão de Infantis, às 10 horas jogam igualmente as formações A e B do Valongo, sendo que às 11.15 se defrontam o CAD Entroncamento e o Sporting Clube da Covilhã.
À tarde, a partir das 16 horas apuram-se os 3ºs e 4ºs classificados entre os derrotados da manhã, e às 17.15 tem início o programa das finais, com o jogo decisivo de Escolas, que vão opor os vencedores da parte da manhã nos respectivos escalões. Uma hora mais tarde realiza-se a final da competição de Infantis.O programa deste torneio, que conta com a colaboração da Junta de Freguesia de Castelo Branco, termina às 19.30 com um jantar convívio e com a cerimónia de entrega de prémios.
ARCB VALONGO AUMENTA NÚMERO DE EQUIPAS
Juvenis já competem na próxima época
Uma equipa de Juvenis a participar no Campeonato Distrital de Futebol é a próxima aposta da Associação Recreativa e Cultural do Bairro do Valongo.
Com mais esta equipa dos escalões de formação, o clube albicastrense aumenta assim para sete o número de equipas com que compete nos Distritais da Associação de Futebol de Castelo Branco.Esta nova formação vai ser orientada pela dupla técnica formada por João Zarro e Rui Melo.
Uma equipa de Juvenis a participar no Campeonato Distrital de Futebol é a próxima aposta da Associação Recreativa e Cultural do Bairro do Valongo.
Com mais esta equipa dos escalões de formação, o clube albicastrense aumenta assim para sete o número de equipas com que compete nos Distritais da Associação de Futebol de Castelo Branco.Esta nova formação vai ser orientada pela dupla técnica formada por João Zarro e Rui Melo.
segunda-feira, junho 04, 2007
JANTAR DE FINAL DE ÉPOCA DO BENFICA CB
“Cidade não merece 2ª Divisão”
No dia em que o Benfica e Castelo Branco juntou num restaurante da cidade empresários e autarcas da cidade, com o objectivo de comemorar o regresso do clube à 2ª Divisão Nacional mas também com o intuito de “chamar” a atenção dos empresários para a necessidade de ajudar a manter o clube, algumas frases fortes foram deixadas numa sala onde, dos cerca de 300 empresários convidados, apenas pouco mais de uma dúzia compareceram. João Paulo Nunes, vice-presidente para a área do futebol do clube, foi dos mais críticos para com as forças vivas da cidade, e depois de tirar a conclusão que “é triste observar esta realidade. Acho muito pouco para o clube mais representativo do distrito”, acrescentou que a Direcção “cada vez se sente mais sozinha nesta caminhada” e deixou uma pergunta no ar: “será que vale a pena continuar?”.
Pelo que se viu no jantar e noite de fados de quinta-feira, volta a retirar-se a conclusão que, inexplicavelmente, ainda por cima num momento em que o clube está de regresso à 2ª Divisão, a cidade não está com o clube e, apesar de sabermos que todos os sectores da nossa sociedade vivem momentos de maiores dificuldades, aqueles que ainda o podem fazer não dão a mão ao emblema albicastrense. Por estas razões, João Paulo Nunes voltou a lembrar que, “no futuro o clube vai ser aquilo que as pessoas quiserem” e em tom de aviso alertou que “se tivermos que bater no fundo, batemos!”
O discurso do presidente Domingos Farinha não foi muito diferente e depois de se manifestar “triste e desiludido” lá foi dizendo que “apesar da Câmara Municipal de Castelo Branco e da Junta de Freguesia serem os nossos maiores apoios ainda temos outras pessoas que nos ajudam”. Apesar de tudo, e como já tinha referido, “vai haver uma redução no orçamento porque temos que continuar com os pés bem assentes no chão”. Quanto a números, mesmo sem ser um número oficial, o orçamento do Benfica e Castelo Branco para encarar a próxima época na 2ª Divisão vai ser de aproximadamente 100 mil euros.
Neste jantar compareceram Joaquim Morão e Jorge Neves, respectivamente presidente da Câmara Municipal e Junta de Freguesia da cidade. Tal como noutras circunstâncias, Morão voltou a manifestar a sua total disponibilidade para ajudar e colaborar: “eu estou disponível para continuar a ajudar e para motivar mais gente a fazê-lo também, como de resto o fiz nos últimos 10 anos”. Mesmo repetindo que “os clubes não podem ser suportados pelo erário público e não podem ser as autarquias a suportar os ordenados dos jogadores de futebol”, o presidente pediu “um empenho suplementar a todos para continuar a ajudar o Benfica” e deixou um “agradecimento à Direcção do clube pelo trabalho realizado”. Joaquim Morão, num discurso realista, deixou também o recado que “não podemos ficar só por este jantar. Temos que procurar motivar mais empresas, uns chamarem os outros, mas não é para dar esmolas!”
As caras para 2007/08
À margem do jantar foi também possível saber como está a construção do plantel com vista à próxima temporada. Do plantel que festejou o regresso à 2ª Divisão transitam para a próxima época os seguintes 8 jogadores: Hélder Cruz, Ricardo António, Prata, Telmo, Ricardo Viola, Miguel Vaz, Trindade, Tiago Marques. Sérgio Ribeiro, Tomás e Chiquinho vêm do escalão júnior e são reforços: Carlos Soares (ex-Idanhense), Nuno Marques (ex-Idanhense), Gil (ex-Idanhense), Ruben (ex-Pedrógão SP), Tarzan (ex-AD Fundão) e Renato (Ex-ADEP). Quanto a incertezas, estão ainda em cima da mesa a possível continuidade de Renato, Cascavél e Salcedas e, no que toca a saídas estão confirmadas as de Alex, Pipocas, Gervásio, Senra, Milton e João Peixe, jogador que assinou pelo Tondela.João Paulo Nunes justifica que, até pelo que tivemos oportunidade de ver no jantar, “vamos ter um plantel barato e praticamente só com jogadores da região”. No que toca ao início de época, o vice para o futebol encarnado diz que “ainda nem sabemos quando é que vamos entrar em competição mas estamos a apontar o início dos trabalhos para o período entre a 3ª semana de Julho e a 1ª de Agosto”.
No dia em que o Benfica e Castelo Branco juntou num restaurante da cidade empresários e autarcas da cidade, com o objectivo de comemorar o regresso do clube à 2ª Divisão Nacional mas também com o intuito de “chamar” a atenção dos empresários para a necessidade de ajudar a manter o clube, algumas frases fortes foram deixadas numa sala onde, dos cerca de 300 empresários convidados, apenas pouco mais de uma dúzia compareceram. João Paulo Nunes, vice-presidente para a área do futebol do clube, foi dos mais críticos para com as forças vivas da cidade, e depois de tirar a conclusão que “é triste observar esta realidade. Acho muito pouco para o clube mais representativo do distrito”, acrescentou que a Direcção “cada vez se sente mais sozinha nesta caminhada” e deixou uma pergunta no ar: “será que vale a pena continuar?”.
Pelo que se viu no jantar e noite de fados de quinta-feira, volta a retirar-se a conclusão que, inexplicavelmente, ainda por cima num momento em que o clube está de regresso à 2ª Divisão, a cidade não está com o clube e, apesar de sabermos que todos os sectores da nossa sociedade vivem momentos de maiores dificuldades, aqueles que ainda o podem fazer não dão a mão ao emblema albicastrense. Por estas razões, João Paulo Nunes voltou a lembrar que, “no futuro o clube vai ser aquilo que as pessoas quiserem” e em tom de aviso alertou que “se tivermos que bater no fundo, batemos!”
O discurso do presidente Domingos Farinha não foi muito diferente e depois de se manifestar “triste e desiludido” lá foi dizendo que “apesar da Câmara Municipal de Castelo Branco e da Junta de Freguesia serem os nossos maiores apoios ainda temos outras pessoas que nos ajudam”. Apesar de tudo, e como já tinha referido, “vai haver uma redução no orçamento porque temos que continuar com os pés bem assentes no chão”. Quanto a números, mesmo sem ser um número oficial, o orçamento do Benfica e Castelo Branco para encarar a próxima época na 2ª Divisão vai ser de aproximadamente 100 mil euros.
Neste jantar compareceram Joaquim Morão e Jorge Neves, respectivamente presidente da Câmara Municipal e Junta de Freguesia da cidade. Tal como noutras circunstâncias, Morão voltou a manifestar a sua total disponibilidade para ajudar e colaborar: “eu estou disponível para continuar a ajudar e para motivar mais gente a fazê-lo também, como de resto o fiz nos últimos 10 anos”. Mesmo repetindo que “os clubes não podem ser suportados pelo erário público e não podem ser as autarquias a suportar os ordenados dos jogadores de futebol”, o presidente pediu “um empenho suplementar a todos para continuar a ajudar o Benfica” e deixou um “agradecimento à Direcção do clube pelo trabalho realizado”. Joaquim Morão, num discurso realista, deixou também o recado que “não podemos ficar só por este jantar. Temos que procurar motivar mais empresas, uns chamarem os outros, mas não é para dar esmolas!”
As caras para 2007/08
À margem do jantar foi também possível saber como está a construção do plantel com vista à próxima temporada. Do plantel que festejou o regresso à 2ª Divisão transitam para a próxima época os seguintes 8 jogadores: Hélder Cruz, Ricardo António, Prata, Telmo, Ricardo Viola, Miguel Vaz, Trindade, Tiago Marques. Sérgio Ribeiro, Tomás e Chiquinho vêm do escalão júnior e são reforços: Carlos Soares (ex-Idanhense), Nuno Marques (ex-Idanhense), Gil (ex-Idanhense), Ruben (ex-Pedrógão SP), Tarzan (ex-AD Fundão) e Renato (Ex-ADEP). Quanto a incertezas, estão ainda em cima da mesa a possível continuidade de Renato, Cascavél e Salcedas e, no que toca a saídas estão confirmadas as de Alex, Pipocas, Gervásio, Senra, Milton e João Peixe, jogador que assinou pelo Tondela.João Paulo Nunes justifica que, até pelo que tivemos oportunidade de ver no jantar, “vamos ter um plantel barato e praticamente só com jogadores da região”. No que toca ao início de época, o vice para o futebol encarnado diz que “ainda nem sabemos quando é que vamos entrar em competição mas estamos a apontar o início dos trabalhos para o período entre a 3ª semana de Julho e a 1ª de Agosto”.
TROFÉU INTER-REGIONAL AUTOCROSS/KARTCROSS E MOTO 4
Meia centena dão espectáculo em Castelo Branco
Domingo foi dia grande para os desportos motorizados do nosso distrito com a realização da etapa de Castelo Branco do III Troféu Inter-Regional de Autocross/Kartcross e Moto 4. No Parque de Desportos Motorizados de Castelo Branco decorreu a 2ª prova da edição deste ano do Troféu que contou com a participação de 50 pilotos nas diversas categorias, 38 dos quais a participar no Troféu e 12 a correrem pela Taça. Com quase quatro centenas de espectadores ao redor da pista, a edição deste ano teve também um cariz solidário, já que a organização, composta pelo Clube 5 Quinas do Sabugal, pela secção de Desportos Motorizados da Associação Desportiva Penamacorense, por um grupo de associados da Escuderia Castelo Branco e por António Durão, decidiu que os lucros de bilheteira iriam reverter a favor da construção do Lar da 3ª idade da Santa Casa da Misericórdia das Sarzedas. E apesar do muito calor que se fez sentir durante todo o dia, as provas foram animadas, havendo mesmo algumas em que o elevado número de participantes levou a um espectáculo na pista que contagiou quem se encontrava a assistir.
Na prova a contar para o Troféu Inter-Regional de Moto 4, categoria Q1, o grande vencedor foi, como já se esperava, o albicastrense Valério Gonçalves. Em 2º lugar classificou-se Nuno Magalhães, sendo o último lugar do pódio para António Azevedo. Quanto à categoria Q2, ganhou Luís Caio, deixando atrás de si André Mendes e António Castanheira. Na Taça apenas se disputou a categoria Q1, e Nuno Balhão foi quem cortou a meta em primeiro lugar.
No que diz respeito ao Troféu Inter-Regional de Autocross, prova muito concorrida, na tracção dianteira ganhou Tiago Martins com Alípio Leão e António Manuel a fechar os lugares do pódio. Nos carros com tracção traseira passaram por esta ordem João Pedro, Dário Monteiro e Paulo Fernando, mas esta classificação, à hora do fecho da nossa edição estava suspensa, já que a organização decidiu analisar alguns toques entre os concorrentes que aconteceram durante a prova. Nos tracção integral, com apenas 3 participantes, Pedro Filipe foi o 1º, deixando Francisco Chorão em 2º e Sérgio Ventura na 3ª posição. Na Taça de Autocross, tracção à frente, o covilhanense Rui Raposo ganhou sem surpresa, sendo seguido por Nuno Ramos e Luís Prazeres. Nos carros com tracção traseira António Durão foi o mais rápido, seguido por Marcos Afonso e por João Barata.O Troféu Inter-Regional do Centro, que voltou a não ter participantes no Kartcross, prossegue no próximo dia 24 de Junho com nova etapa no Sabugal. Dias 15 de Julho e 9 de Setembro será Penamacor a receber a prova, sendo a última etapa disputada em Mação no dia 7 de Outubro.
Domingo foi dia grande para os desportos motorizados do nosso distrito com a realização da etapa de Castelo Branco do III Troféu Inter-Regional de Autocross/Kartcross e Moto 4. No Parque de Desportos Motorizados de Castelo Branco decorreu a 2ª prova da edição deste ano do Troféu que contou com a participação de 50 pilotos nas diversas categorias, 38 dos quais a participar no Troféu e 12 a correrem pela Taça. Com quase quatro centenas de espectadores ao redor da pista, a edição deste ano teve também um cariz solidário, já que a organização, composta pelo Clube 5 Quinas do Sabugal, pela secção de Desportos Motorizados da Associação Desportiva Penamacorense, por um grupo de associados da Escuderia Castelo Branco e por António Durão, decidiu que os lucros de bilheteira iriam reverter a favor da construção do Lar da 3ª idade da Santa Casa da Misericórdia das Sarzedas. E apesar do muito calor que se fez sentir durante todo o dia, as provas foram animadas, havendo mesmo algumas em que o elevado número de participantes levou a um espectáculo na pista que contagiou quem se encontrava a assistir.
Na prova a contar para o Troféu Inter-Regional de Moto 4, categoria Q1, o grande vencedor foi, como já se esperava, o albicastrense Valério Gonçalves. Em 2º lugar classificou-se Nuno Magalhães, sendo o último lugar do pódio para António Azevedo. Quanto à categoria Q2, ganhou Luís Caio, deixando atrás de si André Mendes e António Castanheira. Na Taça apenas se disputou a categoria Q1, e Nuno Balhão foi quem cortou a meta em primeiro lugar.
No que diz respeito ao Troféu Inter-Regional de Autocross, prova muito concorrida, na tracção dianteira ganhou Tiago Martins com Alípio Leão e António Manuel a fechar os lugares do pódio. Nos carros com tracção traseira passaram por esta ordem João Pedro, Dário Monteiro e Paulo Fernando, mas esta classificação, à hora do fecho da nossa edição estava suspensa, já que a organização decidiu analisar alguns toques entre os concorrentes que aconteceram durante a prova. Nos tracção integral, com apenas 3 participantes, Pedro Filipe foi o 1º, deixando Francisco Chorão em 2º e Sérgio Ventura na 3ª posição. Na Taça de Autocross, tracção à frente, o covilhanense Rui Raposo ganhou sem surpresa, sendo seguido por Nuno Ramos e Luís Prazeres. Nos carros com tracção traseira António Durão foi o mais rápido, seguido por Marcos Afonso e por João Barata.O Troféu Inter-Regional do Centro, que voltou a não ter participantes no Kartcross, prossegue no próximo dia 24 de Junho com nova etapa no Sabugal. Dias 15 de Julho e 9 de Setembro será Penamacor a receber a prova, sendo a última etapa disputada em Mação no dia 7 de Outubro.
AD ALBICASTRENSE- 31 ALMADA- 23
Exibição de bom nível
Pavilhão Municipal de Castelo Branco
Árbitros- Flávio Carvalho e João Malhado, de Leiria
AD Albicastrense- Ricardo Sousa, Pedro Mendes e João Poças, Martin Gomes, Luís Gama (8), Pedro Sanches (7), Tiago Santos (7), João Fialho (1), Luís Robalo (1), Bruno Roberto (1), Filipe Pereira (1), Maximiano Ribeiro (4), João Romão e Daniel Pereira (1)
Treinador- José Curto
Almada- Tiago Cardoso e Filipe Rita, Nuno Santos, Diogo Valongo (2), João Garrido (4), Nélson Ferreira, João Vaz (2), Bruno Pereira, Hugo Matoso (2), Bruno Nunes (4), Pedro Reis (6) e Gonçalo Neves (3)
Treinador- Carlos Ferreira
Marcador ao intervalo- 14-9
Com a mira apontada ao 3º lugar, a Associação Desportiva Albicastrense recebeu no último sábado o Almada, equipa que estava um lugar à frente na classificação, e não desperdiçou a oportunidade de vencer e, desta forma, de se aproximar do objectivo que persegue.
Mas, contrariando o que aconteceu no sábado anterior em que a exibição frente ao Santa Cruz tinha deixado muito a desejar, a ADA, já com todos os seus jogadores fundamentais disponíveis, acabou por conseguir juntar à vitória uma exibição muito agradável, que teve mesmo momentos de alto nível, particularmente nos primeiros 20 minutos da 2ª parte. Estamos mesmo em crer que, a jogar sempre da forma que o fez nesse período, a Albicastrense seria um fortíssimo candidato ao título nacional da 1ª divisão.
Mas logo de princípio as coisas começaram a correr bem. A equipa de José Curto chegou ao 4-0 mas depois seguiram-se 10 minutos de algum desacerto, que permitiram mesmo ao conjunto da margem sul chegar à única vantagem que tiveram no jogo, 6-7 aos 20 minutos. Depois tudo voltou à primeira forma e, ao intervalo, a ADA já vencia por 14-9, mas o melhor, em termos exibicionais, ainda estava por vir.
Nos segundos 30 minutos um parcial de 8-4 nos primeiros 10 minutos adiantou de forma definitiva a equipa da casa no marcador. Uns 10 minutos que tiveram ainda sequência em mais 10, que permitiram chegar à diferença máxima de 10 golos e, mesmo assim, com algumas situações ofensivas desperdiçadas, e isto porque os jogadores aperceberam-se que o jogo estava mais que ganho e tentaram adornar alguns lances que seriam de conclusão fácil, caso os golos fossem mesmo necessários.
Nos últimos 10 minutos José Curto geriu o banco de suplentes, fez descansar os jogadores com mais minutos nas pernas e acabou por garantir uma vitória tranquila que mantém a ADA na luta pelo último lugar do pódio, e isto porque Boa-Hora e Callidas são já praticamente inalcançáveis.No próximo sábado a Albicastrense desloca-se aos Açores, para defrontar Os Marienses, terminando o campeonato no sábado seguinte, dia 16, com a recepção no Municipal ao Senhora da Hora. Com duas vitórias nos jogos que restam o 3º lugar está garantido mas, dependente dos outros resultado,s pode nem ser necessário somar 6 pontos.
Pavilhão Municipal de Castelo Branco
Árbitros- Flávio Carvalho e João Malhado, de Leiria
AD Albicastrense- Ricardo Sousa, Pedro Mendes e João Poças, Martin Gomes, Luís Gama (8), Pedro Sanches (7), Tiago Santos (7), João Fialho (1), Luís Robalo (1), Bruno Roberto (1), Filipe Pereira (1), Maximiano Ribeiro (4), João Romão e Daniel Pereira (1)
Treinador- José Curto
Almada- Tiago Cardoso e Filipe Rita, Nuno Santos, Diogo Valongo (2), João Garrido (4), Nélson Ferreira, João Vaz (2), Bruno Pereira, Hugo Matoso (2), Bruno Nunes (4), Pedro Reis (6) e Gonçalo Neves (3)
Treinador- Carlos Ferreira
Marcador ao intervalo- 14-9
Com a mira apontada ao 3º lugar, a Associação Desportiva Albicastrense recebeu no último sábado o Almada, equipa que estava um lugar à frente na classificação, e não desperdiçou a oportunidade de vencer e, desta forma, de se aproximar do objectivo que persegue.
Mas, contrariando o que aconteceu no sábado anterior em que a exibição frente ao Santa Cruz tinha deixado muito a desejar, a ADA, já com todos os seus jogadores fundamentais disponíveis, acabou por conseguir juntar à vitória uma exibição muito agradável, que teve mesmo momentos de alto nível, particularmente nos primeiros 20 minutos da 2ª parte. Estamos mesmo em crer que, a jogar sempre da forma que o fez nesse período, a Albicastrense seria um fortíssimo candidato ao título nacional da 1ª divisão.
Mas logo de princípio as coisas começaram a correr bem. A equipa de José Curto chegou ao 4-0 mas depois seguiram-se 10 minutos de algum desacerto, que permitiram mesmo ao conjunto da margem sul chegar à única vantagem que tiveram no jogo, 6-7 aos 20 minutos. Depois tudo voltou à primeira forma e, ao intervalo, a ADA já vencia por 14-9, mas o melhor, em termos exibicionais, ainda estava por vir.
Nos segundos 30 minutos um parcial de 8-4 nos primeiros 10 minutos adiantou de forma definitiva a equipa da casa no marcador. Uns 10 minutos que tiveram ainda sequência em mais 10, que permitiram chegar à diferença máxima de 10 golos e, mesmo assim, com algumas situações ofensivas desperdiçadas, e isto porque os jogadores aperceberam-se que o jogo estava mais que ganho e tentaram adornar alguns lances que seriam de conclusão fácil, caso os golos fossem mesmo necessários.
Nos últimos 10 minutos José Curto geriu o banco de suplentes, fez descansar os jogadores com mais minutos nas pernas e acabou por garantir uma vitória tranquila que mantém a ADA na luta pelo último lugar do pódio, e isto porque Boa-Hora e Callidas são já praticamente inalcançáveis.No próximo sábado a Albicastrense desloca-se aos Açores, para defrontar Os Marienses, terminando o campeonato no sábado seguinte, dia 16, com a recepção no Municipal ao Senhora da Hora. Com duas vitórias nos jogos que restam o 3º lugar está garantido mas, dependente dos outros resultado,s pode nem ser necessário somar 6 pontos.
BOA ESPERANÇA- 8 VITÓRIA DOS OLIVAIS- 2
Laranjas chegam-se à frente
Pavilhão Municipal da Boa Esperança, Castelo Branco
Árbitros- José Marques e Lourenço Costa, de Coimbra
Boa Esperança- Hugo Nunes e Francisco Fernandes, Ricardo Machado, Marco Borronha, André Gonçalves, Francisco Aragonês, Bruno Barata, Alexandre Cardoso, Vasco Antunes, Valter Borronha, Bruno Neves e Daniel Ascensão
Treinador- Humberto Cadete
Vitória dos Olivais- Capela, Vítor, Feliciano, Zé Daniel, Cali, Dani, Sérgio, João, Zé Belo e Papin
Treinador- José Costa
Disciplina- Cartão amarelo a Ricardo Machado aos 29; Papin aos 29 e Sérgio aos 37
Marcadores- Daniel Ascensão aos 18, 25 e 33, Ricardo Machado aos 19, Francisco Aragonês aos 19, Marco Borronha aos 26 e 32 e André Gonçalves aos 39; Vítor aos 8 e Cali aos 17
Sem poder contar com os contributos de Theres Oliveira e Hugo Silveira, ambos a cumprir um jogo de castigo depois da expulsão no jogo com o Beira-Mar, previam-se mais dificuldades para a equipa de Humberto Cadete. Isto não só porque o Vitória dos Olivais era um dos líderes desta fase, mas também, e principalmente, pelo resultado que os visitantes alcançaram na 1ª jornada em Aveiro, onde golearam uma equipa que a Boa Esperança sentiu algumas dificuldades para bater na jornada anterior.
Frente ao Olivais, e apesar do resultado final demonstrar um grande desequilíbrio, o jogo só cai definitivamente para o lado dos da casa quando se chegou ao 5-2.
Na primeira parte as equipa fizeram jus ao lema do futsal “Ataque e contra-ataque” e o jogo foi de bola cá bola lá, sempre com a mira apontada às balizas, valorizando, e de que forma, um espectáculo de muito bom nível.
Os forasteiros fizeram um melhor aproveitamento das suas jogadas ofensivas e Vítor aos 8 minutos e Cali aos 17 apontaram os primeiros golos de um jogo que continuava muito emocionante. Tanto assim que, apesar de apenas faltarem 3 minutos para o intervalo, e mesmo a perder por duas bolas de diferença, a Boa ainda teve tempo para ir para os balneários já em vantagem. Daniel Ascensão, o capitão Ricardo Machado e Francisco Aragonês, no curto espaço de dois minutos inverteram o placard, e o 3-2 ao intervalo era tão justo como seria o 0-2 ou o empate.
Na segunda metade o ritmo não foi muito diferente mas, com os golos dos laranjas, o desespero e a descrença foi-se apoderando dos homens dos Olivais que, apesar de tudo tentarem, mesmo vendo o adversário a marcar, baixaram definitivamente os braços quando Marco Borronha fez o 5-2, estavam decorridos 6 minutos da etapa complementar.
Até final a Boa Esperança foi sempre a equipa com sinal mais, marcando ainda em mais 3 ocasiões, por intermédio de um bis de Marco Borronha, de um hat-trick de Daniel Ascensão e de um tento de André Gonçalves já nos últimos segundos.Na próxima quinta-feira, feriado nacional, a Boa Esperança fecha o ciclo de jogos em casa quando receber o Mogadouro, jogo que marca o início da 2ª volta e que pode servir de vingança para a derrota pela margem mínima que aconteceu em Trás-os-Montes na jornada inaugural desta fase final de apuramento do campeão nacional da 3ª divisão. Depois seguem-se as difíceis deslocações aos redutos do Beira-Mar e Vitória dos Olivais.
Pavilhão Municipal da Boa Esperança, Castelo Branco
Árbitros- José Marques e Lourenço Costa, de Coimbra
Boa Esperança- Hugo Nunes e Francisco Fernandes, Ricardo Machado, Marco Borronha, André Gonçalves, Francisco Aragonês, Bruno Barata, Alexandre Cardoso, Vasco Antunes, Valter Borronha, Bruno Neves e Daniel Ascensão
Treinador- Humberto Cadete
Vitória dos Olivais- Capela, Vítor, Feliciano, Zé Daniel, Cali, Dani, Sérgio, João, Zé Belo e Papin
Treinador- José Costa
Disciplina- Cartão amarelo a Ricardo Machado aos 29; Papin aos 29 e Sérgio aos 37
Marcadores- Daniel Ascensão aos 18, 25 e 33, Ricardo Machado aos 19, Francisco Aragonês aos 19, Marco Borronha aos 26 e 32 e André Gonçalves aos 39; Vítor aos 8 e Cali aos 17
Sem poder contar com os contributos de Theres Oliveira e Hugo Silveira, ambos a cumprir um jogo de castigo depois da expulsão no jogo com o Beira-Mar, previam-se mais dificuldades para a equipa de Humberto Cadete. Isto não só porque o Vitória dos Olivais era um dos líderes desta fase, mas também, e principalmente, pelo resultado que os visitantes alcançaram na 1ª jornada em Aveiro, onde golearam uma equipa que a Boa Esperança sentiu algumas dificuldades para bater na jornada anterior.
Frente ao Olivais, e apesar do resultado final demonstrar um grande desequilíbrio, o jogo só cai definitivamente para o lado dos da casa quando se chegou ao 5-2.
Na primeira parte as equipa fizeram jus ao lema do futsal “Ataque e contra-ataque” e o jogo foi de bola cá bola lá, sempre com a mira apontada às balizas, valorizando, e de que forma, um espectáculo de muito bom nível.
Os forasteiros fizeram um melhor aproveitamento das suas jogadas ofensivas e Vítor aos 8 minutos e Cali aos 17 apontaram os primeiros golos de um jogo que continuava muito emocionante. Tanto assim que, apesar de apenas faltarem 3 minutos para o intervalo, e mesmo a perder por duas bolas de diferença, a Boa ainda teve tempo para ir para os balneários já em vantagem. Daniel Ascensão, o capitão Ricardo Machado e Francisco Aragonês, no curto espaço de dois minutos inverteram o placard, e o 3-2 ao intervalo era tão justo como seria o 0-2 ou o empate.
Na segunda metade o ritmo não foi muito diferente mas, com os golos dos laranjas, o desespero e a descrença foi-se apoderando dos homens dos Olivais que, apesar de tudo tentarem, mesmo vendo o adversário a marcar, baixaram definitivamente os braços quando Marco Borronha fez o 5-2, estavam decorridos 6 minutos da etapa complementar.
Até final a Boa Esperança foi sempre a equipa com sinal mais, marcando ainda em mais 3 ocasiões, por intermédio de um bis de Marco Borronha, de um hat-trick de Daniel Ascensão e de um tento de André Gonçalves já nos últimos segundos.Na próxima quinta-feira, feriado nacional, a Boa Esperança fecha o ciclo de jogos em casa quando receber o Mogadouro, jogo que marca o início da 2ª volta e que pode servir de vingança para a derrota pela margem mínima que aconteceu em Trás-os-Montes na jornada inaugural desta fase final de apuramento do campeão nacional da 3ª divisão. Depois seguem-se as difíceis deslocações aos redutos do Beira-Mar e Vitória dos Olivais.
segunda-feira, maio 28, 2007
31º AUTOCROSS/CROSSCAR DE CASTELO BRANCO
Emoção q.b.
A 31ª edição do Autocross/Crosscar de Castelo Branco fica marcada pelo facto de, à hora do fecho da nossa edição (tarde de segunda-feira), não haver ainda classificações finais oficiais das provas a contar para o Campeonato Nacional de Crosscar, competição onde participou o piloto belmontino Mauro Reis, e do Troféu Wilkinson. Segundo nos foi possível apurar, a Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting decidiu, ao final da tarde de domingo já depois das respectivas finais, mandar rebocar dois dos veículos participantes para serem inspeccionados no Porto. O que motivou esta tomada de posição não nos foi possível saber mas, certo é que as classificações finais oficiais estão suspensas e não foram ainda divulgadas.
Na prova a contar para o Campeonato Nacional de Autocross realizadas em Castelo Branco apenas na Divisão 2 o vencedor, Pedro Magalhães, com um Vauxhall Astra, venceu à vontade. O 1º classificado passou 6 segundos à frente de Olavo Ribeiro e 7 do piloto do nosso distrito Rui Raposo, ambos ao volante de um Opel Astra.
Na Divisão 1, Joaquim Santos, tripulando um Opel Astra OPC, ultrapassou logo na saída o BMW 4x4 de José Azevedo, mas no decorrer das 7 voltas, as posições inverteram-se, conseguindo José Azevedo uma vitória com pouco mais de um segundo de vantagem sobre Joaquim Santos. Não muito longe chegou Pedro Matos, num Mitsubishi Lancer, a apenas 3 segundos. Foi esta, sem dúvida uma das provas que mais agradou ao público que se deslocou ao Parque de Desportos Motorizados de Castelo Branco.
Outra prova muito emotiva e com grande espectáculo, apesar de apenas haver luta pelos dois primeiros lugares, aconteceu na Divisão 3. António Ferreira, com um Atmos Storm, travou uma luta interessante com Hélio Francisco, tripulante de um H Sport TT, mas nos protótipos voltou a ser mais forte António Ferreira com apenas dois décimos de segundo de vantagem. No último lugar do pódio ficou Paulo Cerdeira, com um Atmos Stonger.
Nas duas divisões integradas na Taça Nacional, saíram vencedores José Blanco (BMW IX), na Divisão 1, e Rui Cotrim (Renault Clio), na Divisão 2. Joaquim Frade (Lancia Delta), a 3 segundos, e Luís Fonseca (Mitsubishi Galant), com mais 24 segundos, terminaram em 2º e 3º respectivamente na Divisão 1, e Jorge Borges (Opel Astra), gastando mais 7 segundos, e Paulo Mousaco (Peugeot 309 GTI), a 10 segundos, ocuparam os restantes lugares do pódio na Divisão 2.As organizações Escuderia Castelo Branco regressam nos próximos dias 30 de Junho e 1 de Julho com a realização da 12ª edição do Rallycross de Castelo Branco, prova que vai decorrer igualmente no Parque de Desportos Motorizados da capital de Distrito.
A 31ª edição do Autocross/Crosscar de Castelo Branco fica marcada pelo facto de, à hora do fecho da nossa edição (tarde de segunda-feira), não haver ainda classificações finais oficiais das provas a contar para o Campeonato Nacional de Crosscar, competição onde participou o piloto belmontino Mauro Reis, e do Troféu Wilkinson. Segundo nos foi possível apurar, a Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting decidiu, ao final da tarde de domingo já depois das respectivas finais, mandar rebocar dois dos veículos participantes para serem inspeccionados no Porto. O que motivou esta tomada de posição não nos foi possível saber mas, certo é que as classificações finais oficiais estão suspensas e não foram ainda divulgadas.
Na prova a contar para o Campeonato Nacional de Autocross realizadas em Castelo Branco apenas na Divisão 2 o vencedor, Pedro Magalhães, com um Vauxhall Astra, venceu à vontade. O 1º classificado passou 6 segundos à frente de Olavo Ribeiro e 7 do piloto do nosso distrito Rui Raposo, ambos ao volante de um Opel Astra.
Na Divisão 1, Joaquim Santos, tripulando um Opel Astra OPC, ultrapassou logo na saída o BMW 4x4 de José Azevedo, mas no decorrer das 7 voltas, as posições inverteram-se, conseguindo José Azevedo uma vitória com pouco mais de um segundo de vantagem sobre Joaquim Santos. Não muito longe chegou Pedro Matos, num Mitsubishi Lancer, a apenas 3 segundos. Foi esta, sem dúvida uma das provas que mais agradou ao público que se deslocou ao Parque de Desportos Motorizados de Castelo Branco.
Outra prova muito emotiva e com grande espectáculo, apesar de apenas haver luta pelos dois primeiros lugares, aconteceu na Divisão 3. António Ferreira, com um Atmos Storm, travou uma luta interessante com Hélio Francisco, tripulante de um H Sport TT, mas nos protótipos voltou a ser mais forte António Ferreira com apenas dois décimos de segundo de vantagem. No último lugar do pódio ficou Paulo Cerdeira, com um Atmos Stonger.
Nas duas divisões integradas na Taça Nacional, saíram vencedores José Blanco (BMW IX), na Divisão 1, e Rui Cotrim (Renault Clio), na Divisão 2. Joaquim Frade (Lancia Delta), a 3 segundos, e Luís Fonseca (Mitsubishi Galant), com mais 24 segundos, terminaram em 2º e 3º respectivamente na Divisão 1, e Jorge Borges (Opel Astra), gastando mais 7 segundos, e Paulo Mousaco (Peugeot 309 GTI), a 10 segundos, ocuparam os restantes lugares do pódio na Divisão 2.As organizações Escuderia Castelo Branco regressam nos próximos dias 30 de Junho e 1 de Julho com a realização da 12ª edição do Rallycross de Castelo Branco, prova que vai decorrer igualmente no Parque de Desportos Motorizados da capital de Distrito.
BOA ESPERANÇA- 8 BEIRA-MAR- 5
Boa está na corrida!
Pavilhão Municipal da Boa Esperança, Castelo Branco
Árbitros- José Gaspar e Nuno Oliveira, de Coimbra
Boa Esperança- Hugo Nunes e Francisco Fernandes, Ricardo Machado, Marco Borronha, Theres Oliveira, André Gonçalves, Francisco Aragonês, Bruno Barata, Alexandre Cardoso, Hugo Silveira, Bruno Neves e Daniel Ascensão
Treinador- Humberto Cadete
Beira-Mar- Gato, Bruno Vilarinho, Moreira, Catambas, Fred, Paulo Rosa, Paulito, Diogo, Zeca, Paulo Pires e Gil
Treinador- Jorge Neves
Disciplina- Cartão amarelo a Ricardo Machado aos 6, Theres Oliveira aos 8 e 9, Daniel Ascensão aos 9 e a Hugo Silveira aos 28 e 39; Diogo aos 11, Gato aos 28 e 33, Paulito aos 36 e a Moreira aos 37. Cartão vermelho por acumulação de amarelos a Theres Oliveira aos 9 e a Hugo Silveira aos 39; Gato aos 33
Marcadores- Marco Borronha aos 1, 17 e 23, Theres Oliveira aos 9, Daniel Ascensão aos 10 e 11, Hugo Silveira aos 30 e Francisco Aragonês aos 34; Gil aos 9 e 19, Bruno aos 25, Paulito aos 34 e Diogo aos 39
Depois da derrota pela margem mínima na jornada inaugural na deslocação ao terreno do Mogadouro, a Boa Esperança regressou a casa para defrontar a outra equipa que também não somou pontos na 1ª jornada, o Beira-Mar.
E no jogo que podia afastar quase que de forma definitiva a equipa que perdesse da luta pelo título nacional, entrou melhor a Boa Esperança que marcou por Marco Borronha logo aos 11 segundos.
Depois deste golo de certa forma inesperado para as duas equipas, foram os aveirenses que tomaram conta do jogo, passando a ter mais tempo de posse de bola e a jogar mais dentro do meio campo laranja. Os da casa, a vencer, ficaram na expectativa para, sempre que possível, espreitar o contra-ataque.
Apesar de ter mais tempo a bola, as oportunidades dos forasteiros não foram mais que as da Boa, equipa que aumentaria a sua vantagem por intermédio de Theres no minuto nove. Mas esse minuto fica também associado à expulsão do brasileiro e ao 2-1 marcado por Gil na transformação de um livre de 10 metros. É que a Boa Esperança chegou às 5 faltas muito cedo. Mas quando se poderia pensar que a falta de Theres seria acusada pela equipa, eis que surge Daniel Ascensão para, em dois minutos, aumentar para 4-1. Depois de algumas oportunidades claras de golo, apareceu finalmente o quinto golo, desta vez obra de Marco Borronha. Um novo livre de 10 metros permitiu a Gil reduzir para 5-2 ainda antes do descanso.
No reatamento a história foi diferente e não vai muito além dos golos apontados, no total 3 para cada lado, resultado que permitiu a Humberto Cadete somar os primeiros 3 pontos nesta fase final e colocar-se a apenas um ponto dos dois líderes que, no outro jogo da jornada, não foram além de um empate.
Nos segundos 20 minutos nota negativa para o comportamento de alguns jogadores que poderiam perfeitamente ter evitado algumas situações que roçaram a indisciplina.A dupla de árbitros de Coimbra, apesar de não ter influência no resultado final pareceu-nos não utilizar um critério uniforme a nível disciplinar, aqui com maiores razões de queixa para a Boa Esperança.
Pavilhão Municipal da Boa Esperança, Castelo Branco
Árbitros- José Gaspar e Nuno Oliveira, de Coimbra
Boa Esperança- Hugo Nunes e Francisco Fernandes, Ricardo Machado, Marco Borronha, Theres Oliveira, André Gonçalves, Francisco Aragonês, Bruno Barata, Alexandre Cardoso, Hugo Silveira, Bruno Neves e Daniel Ascensão
Treinador- Humberto Cadete
Beira-Mar- Gato, Bruno Vilarinho, Moreira, Catambas, Fred, Paulo Rosa, Paulito, Diogo, Zeca, Paulo Pires e Gil
Treinador- Jorge Neves
Disciplina- Cartão amarelo a Ricardo Machado aos 6, Theres Oliveira aos 8 e 9, Daniel Ascensão aos 9 e a Hugo Silveira aos 28 e 39; Diogo aos 11, Gato aos 28 e 33, Paulito aos 36 e a Moreira aos 37. Cartão vermelho por acumulação de amarelos a Theres Oliveira aos 9 e a Hugo Silveira aos 39; Gato aos 33
Marcadores- Marco Borronha aos 1, 17 e 23, Theres Oliveira aos 9, Daniel Ascensão aos 10 e 11, Hugo Silveira aos 30 e Francisco Aragonês aos 34; Gil aos 9 e 19, Bruno aos 25, Paulito aos 34 e Diogo aos 39
Depois da derrota pela margem mínima na jornada inaugural na deslocação ao terreno do Mogadouro, a Boa Esperança regressou a casa para defrontar a outra equipa que também não somou pontos na 1ª jornada, o Beira-Mar.
E no jogo que podia afastar quase que de forma definitiva a equipa que perdesse da luta pelo título nacional, entrou melhor a Boa Esperança que marcou por Marco Borronha logo aos 11 segundos.
Depois deste golo de certa forma inesperado para as duas equipas, foram os aveirenses que tomaram conta do jogo, passando a ter mais tempo de posse de bola e a jogar mais dentro do meio campo laranja. Os da casa, a vencer, ficaram na expectativa para, sempre que possível, espreitar o contra-ataque.
Apesar de ter mais tempo a bola, as oportunidades dos forasteiros não foram mais que as da Boa, equipa que aumentaria a sua vantagem por intermédio de Theres no minuto nove. Mas esse minuto fica também associado à expulsão do brasileiro e ao 2-1 marcado por Gil na transformação de um livre de 10 metros. É que a Boa Esperança chegou às 5 faltas muito cedo. Mas quando se poderia pensar que a falta de Theres seria acusada pela equipa, eis que surge Daniel Ascensão para, em dois minutos, aumentar para 4-1. Depois de algumas oportunidades claras de golo, apareceu finalmente o quinto golo, desta vez obra de Marco Borronha. Um novo livre de 10 metros permitiu a Gil reduzir para 5-2 ainda antes do descanso.
No reatamento a história foi diferente e não vai muito além dos golos apontados, no total 3 para cada lado, resultado que permitiu a Humberto Cadete somar os primeiros 3 pontos nesta fase final e colocar-se a apenas um ponto dos dois líderes que, no outro jogo da jornada, não foram além de um empate.
Nos segundos 20 minutos nota negativa para o comportamento de alguns jogadores que poderiam perfeitamente ter evitado algumas situações que roçaram a indisciplina.A dupla de árbitros de Coimbra, apesar de não ter influência no resultado final pareceu-nos não utilizar um critério uniforme a nível disciplinar, aqui com maiores razões de queixa para a Boa Esperança.
AD ALBICASTRENSE- 30 SANTA CRUZ- 28
Quase que acontecia surpresa…
Pavilhão Municipal de Castelo Branco
Árbitros- Joaquim Diogo e João Baleiza, de Portalegre
AD Albicastrense- Pedro Mendes e João Poças, Martin Gomes, Pedro Sanches (6), Tiago Santos (11), João Fialho, Luís Robalo, Bruno Roberto (1), Filipe Pereira (7), Maximiano Ribeiro (4), João Romão e Daniel Pereira (1)
Treinador- José Curto
Santa Cruz- Pedro Martins, Edward Moniz, Arlindo Lemos (6), António Correia, Aldemar Andrade (6), Luís Casado (8), Luís Menez, Ricardo Fantucchi, Duarte Lemos (2), João Andrade (1), Nuno Fernandes (3) e Sandro Atilano (2)
Treinador- Fábio Teixeira
Marcador ao intervalo- 12-16
Depois de uma vitória na Madeira por 36-19, e com o Santa Cruz na última posição somando só derrotas, pareciam estar reunidos todos os condimentos para uma tarde tranquila em que José Curto poderia rodar todo o plantel, até porque Ricardo Sousa, Luís Gama e Carlos Gomes, por exemplo, não estiveram presentes, e João Fialho continua a braços com alguns problemas físicos que o impedem de dar o seu melhor, como de resto prova a ausência de golos marcados na tarde de sábado.
Só que as contas pareceram começar a sair trocadas logo desde o início. Aproveitando o mau início da Albicastrense, e com uma eficácia ofensiva muito perto dos 100%, os madeirenses chegaram ao 10-1 (!!!) pouco depois dos 10 minutos, e, por este caminho, se não fossem puxados os galões de favorita, a ADA estava claramente sujeita a uma humilhação no seu terreno frente a uma equipa que apenas mostrava muita vontade.
A partir dessa arrepiante diferença de 9 golos, os azuis começaram a arrepiar caminho, e aos 20 minutos a diferença estava reduzida para 7 golos (7-14), chegando ao intervalo 4 golos atrás do adversário mas com tudo em aberto para poder dar a volta ao jogo.
Na segunda metade a equipa de José Curto entrou com a vontade e determinação com que deveria ter começado o jogo, e com um parcial de 4-0, chegou à primeira situação de empate logo aos 3 minutos, para pouco tempo depois estar pela primeira vez na frente do marcador com um 18-17.
Depois disto, e mesmo sendo obrigada a jogar contra várias decisões erradas e por vezes provocatórias da dupla de arbitragem, a ADA já nunca mais permitiu ao adversário ir para o comando do placard. Até final só aconteceram mais duas situações de empate, mas os da casa, que estavam a actuar como visitantes, foram gerindo uma vantagem que nunca ultrapassou os dois golos, até ao 30-28 final.
Vitória da melhor equipa que, mesmo com as ausências importantes, e depois de um início comprometedor conseguiu operar a reviravolta e somar mais 3 pontos, mantendo o 5º lugar. Na próxima jornada, a Albicastrense recebe o Almada no Municipal, no próximo sábado às 18 horas. Uma excelente oportunidade de se aproximar ainda mais das equipas que seguem à sua frente na classificação.A dupla de árbitros de Portalegre, tal como nas outras ocasiões que se deslocou a Castelo Branco, voltou a não deixar saudades. Que implicância com o azul…
Pavilhão Municipal de Castelo Branco
Árbitros- Joaquim Diogo e João Baleiza, de Portalegre
AD Albicastrense- Pedro Mendes e João Poças, Martin Gomes, Pedro Sanches (6), Tiago Santos (11), João Fialho, Luís Robalo, Bruno Roberto (1), Filipe Pereira (7), Maximiano Ribeiro (4), João Romão e Daniel Pereira (1)
Treinador- José Curto
Santa Cruz- Pedro Martins, Edward Moniz, Arlindo Lemos (6), António Correia, Aldemar Andrade (6), Luís Casado (8), Luís Menez, Ricardo Fantucchi, Duarte Lemos (2), João Andrade (1), Nuno Fernandes (3) e Sandro Atilano (2)
Treinador- Fábio Teixeira
Marcador ao intervalo- 12-16
Depois de uma vitória na Madeira por 36-19, e com o Santa Cruz na última posição somando só derrotas, pareciam estar reunidos todos os condimentos para uma tarde tranquila em que José Curto poderia rodar todo o plantel, até porque Ricardo Sousa, Luís Gama e Carlos Gomes, por exemplo, não estiveram presentes, e João Fialho continua a braços com alguns problemas físicos que o impedem de dar o seu melhor, como de resto prova a ausência de golos marcados na tarde de sábado.
Só que as contas pareceram começar a sair trocadas logo desde o início. Aproveitando o mau início da Albicastrense, e com uma eficácia ofensiva muito perto dos 100%, os madeirenses chegaram ao 10-1 (!!!) pouco depois dos 10 minutos, e, por este caminho, se não fossem puxados os galões de favorita, a ADA estava claramente sujeita a uma humilhação no seu terreno frente a uma equipa que apenas mostrava muita vontade.
A partir dessa arrepiante diferença de 9 golos, os azuis começaram a arrepiar caminho, e aos 20 minutos a diferença estava reduzida para 7 golos (7-14), chegando ao intervalo 4 golos atrás do adversário mas com tudo em aberto para poder dar a volta ao jogo.
Na segunda metade a equipa de José Curto entrou com a vontade e determinação com que deveria ter começado o jogo, e com um parcial de 4-0, chegou à primeira situação de empate logo aos 3 minutos, para pouco tempo depois estar pela primeira vez na frente do marcador com um 18-17.
Depois disto, e mesmo sendo obrigada a jogar contra várias decisões erradas e por vezes provocatórias da dupla de arbitragem, a ADA já nunca mais permitiu ao adversário ir para o comando do placard. Até final só aconteceram mais duas situações de empate, mas os da casa, que estavam a actuar como visitantes, foram gerindo uma vantagem que nunca ultrapassou os dois golos, até ao 30-28 final.
Vitória da melhor equipa que, mesmo com as ausências importantes, e depois de um início comprometedor conseguiu operar a reviravolta e somar mais 3 pontos, mantendo o 5º lugar. Na próxima jornada, a Albicastrense recebe o Almada no Municipal, no próximo sábado às 18 horas. Uma excelente oportunidade de se aproximar ainda mais das equipas que seguem à sua frente na classificação.A dupla de árbitros de Portalegre, tal como nas outras ocasiões que se deslocou a Castelo Branco, voltou a não deixar saudades. Que implicância com o azul…
CENTRO-CAMPISTA DO VALONGO EM ALCOCHETE

Bruno Sousa treinou com iniciados do Sporting CP
Bruno Sousa, médio da equipa de Iniciados da Associação Recreativa e Cultural do Bairro do Valongo, deslocou-se na última quarta-feira, dia 23 de Maio, à Academia do Sporting, em Alcochete, onde prestou provas em situações de jogo durante cerca de uma hora e meia em conjunto com o plantel de iniciados do clube leonino.No final, o Departamento de Formação do Sporting Clube de Portugal informou o jovem atleta que vai continuar a acompanhar a sua evolução, e que brevemente vai voltar a ser chamado para participar em novos treinos.
Bruno Sousa, médio da equipa de Iniciados da Associação Recreativa e Cultural do Bairro do Valongo, deslocou-se na última quarta-feira, dia 23 de Maio, à Academia do Sporting, em Alcochete, onde prestou provas em situações de jogo durante cerca de uma hora e meia em conjunto com o plantel de iniciados do clube leonino.No final, o Departamento de Formação do Sporting Clube de Portugal informou o jovem atleta que vai continuar a acompanhar a sua evolução, e que brevemente vai voltar a ser chamado para participar em novos treinos.
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