domingo, fevereiro 24, 2008

BOA ESPERANÇA- 2 PORTELA- 3


Portela ultrapassa Boa Esperança...

Pavilhão Municipal da Boa Esperança, Castelo Branco
Árbitros- Carlos Gomes e Silvério Sousa, da Guarda
Boa Esperança- Hugo Nunes, Nuno Martins, Daniel Ascensão, Bruno Neves, Marco Borronha, Bruno Esteves, Valter Borronha, João Pires, Hugo Mendes, Francisco Fernandes e Talles Gomes
Treinador- José Robalo
Portela- Pedro Santos, Mário Silva, Filipe Pereira, Nuno Pires, Ricardo Cardoso, Diego Beliato, Nuno Barata, Tiago Matias, Joel Lino, Sandro Gandarês e Filipe Santos
Treinador- Alberto Martins
Disciplina- Amarelos a Talles Gomes aos 14, Daniel Ascensão aos 22 e Valter Borronha aos 32; Ricardo Cardoso aos 10, Diego Beliato aos 27 e Sandro Gandarês aos 34
Marcadores- Nuno Martins aos 21 e Marco Borronha aos 34; Nuno Barata aos 24 e 33 e Diego Beliato aos 32

Num jogo importante, não só pela sequência de maus resultados, mas principalmente porque do outro lado estava uma equipa que estava um lugar abaixo na tabela, e que luta pelos mesmos objectivos que a Boa Esperança, os albicastrenses voltaram a perder e caíram mesmo para o penúltimo lugar da tabela classificativa.
A equipa da Portela de Sacavém entrou mais dominadora, a demonstrar grande vontade de somar os 3 pontos, mas do outro lado a Boa respondia como podia, aceitando o maior domínio e mais posse de bola do adversário e a tentar responder, sempre que possível, em contra-ataque.
Nos primeiros 20 minutos o jogador da casa em maior destaque acabou mesmo por ser o guarda-redes Hugo Nunes que, como sempre, se exibiu em bom nível entre os postes, adiando ao máximo o golo do Portela.
Mas acabaram por ser 20 minutos de fraco nível, sem golos, e com pouca emoção, onde a Boa Esperança não soube tirar o devido proveito do adversário ter chegado às 5 faltas quando ainda faltavam quase 10 minutos para chegar o intervalo.
Para a segunda parte os laranjas entraram melhor, e logo no primeiro minuto Nuno Martins abriu o activo. Esta vantagem da equipa de José Robalo não mudou o cariz do jogo, e os visitantes voltaram a insistir no ataque, com mais tempo de bola nos pés e quase sempre instalados dentro do meio campo adversário.
Por isso, até se pode considerar que o golo do empate chegou de forma natural, pouco tempo depois. Pela forma como o jogo decorria, e até pela quantidade de bolas que Hugo Nunes continuava a defender, percebia-se que a passagem do Portela para a frente do marcador seria uma questão de tempo.
Com as duas equipas já com 5 faltas cometidas, podia ser por aqui que chegasse a decisão do jogo. E a verdade é que, no curto espaço de dois minutos a equipa do concelho de Loures deu mesmo a volta ao jogo. Primeiro através do brasileiro Diego Beliato e depois com Nuno Barata a bisar, com um golo obtido na sequência de um livre de 10 metros.
Até final o melhor que o conjunto da casa conseguiu foi reduzir para 2-3, trazendo mais alguma emoção à parte final do jogo, mas sem que o resultado voltasse a sofrer qualquer alteração.
Vitória justa do Portela, num jogo em que os albicastrenses de nada podem ser acusados, a não ser daquilo que já se sabe: um plantel curto, muito limitado (ainda mais com a ausência do capitão Ricardo Machado, que cumpriu o segundo jogo de castigo), a quem não se pode exigir muito mais. Nota ainda para a estreia do brasileiro Talles Gomes, último reforço da Boa Esperança, que apenas esteve em campo durante breves minutos e que não deu para tirar grandes conclusões relativamente à sua valia.
A arbitragem da Guarda, mesmo sem ter influência no resultado final, acabou por ser a pior equipa em campo.

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